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Presidente e Comissários europeus no Fórum Económico Mundial de Davos 2018 (2)

davos2018

A edição de 2018 doFórum Económico Mundial de Davos, sob o tema «Criar um futuro partilhado num mundo fraturado», conta com a presença do Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e com o Comissário europeu Carlos Moedas entre os mais de 2 500 líderes de empresas, governos, organizações internacionais, sociedade civil, academia, imprensa e artes.

Jean-Claude Juncker decidiu participar este ano - pela primeira vez na qualidade de Presidente da Comissão Europeia - porque a edição do encontro em Davos este ano será muito focada na Europa e no seu papel global. O Presidente tem reuniões bilaterais com Klaus Martin Schwab, com Bill Gates e com Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, e faz um discurso à plenária no dia 25 de janeiro às 10h00 (hora de Lisboa).

Com a participação de muitos líderes da UE, o Fórum de Davos coloca a Europa no centro das discussões este ano e o tema enquadra-se bem com os esforços da Comissão Juncker para fortalecer a UE, para a tornar mais unida, mais democrática e mais capaz de tirar partido da globalização. A publicação 'Europe is back' lançada hoje pelo Centro Europeu de Estratégia Política sublinha dados essenciais da UE e dos resultados desses esforços – pode encontrá-la em https://ec.europa.eu/epsc/publications/other-publications/europe-back_en

No Fórum, que decorre entre 23 e 26 de janeiro em Davos-Klosters, Suíça, participam ainda os Vice‑Presidentes da Comissão Europeia Jyrki Katainen (24-26/01) e Maroš Šefčovič (23-25/01), os Comissários europeus Johannes Hahn (24-26/01), Cecilia Malmström (24-26/01), Pierre Moscovici (24-26/01) e Günther Oettinger (24-26/01), e o negociador principal para o Brexit, Michel Barnier.

O Comissário Carlos Moedas, responsável pela Investigação, Ciência e Inovação,é orador em várias sessões sobre a revolução industrial, a Inteligência Artificial, a Internet das coisas, cibersegurança, os benefícios da transformação digital, a energia sustentável e, em particular, sobre o papel da inovação nestas áreas. Destaque para a sessão "Agile Governance in the Fourth Industrial Revolution", a 25 de janeiro às 17h00 (hora de Lisboa), e para o debate sobre o papel da investigação fundamental na presença de Jean-Pierre Bourguignon, Presidente do Conselho Europeu de Investigação (ERC) e de Ben Feringa, prémio Nobel de química (2016) e bolseiro do ERC. Carlos Moedas reúne ainda com Paddy Cosgrave (CEO do Web Summit), com Johann Schneider-Ammann (Ministro suíço), com Sheryl Sandberg (COO da Facebook) e com presidentes e CEO de várias empresas, nomeadamente a Nestlé, a HP e a AT&T.

Contacto para jornalistas:

  • Delegação da Comissão Europeia no Fórum Económico Mundial de Davos e Presidente Jean-Claude Juncker: Natasha Bertaud,Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ; +32 460 76 74 56
  • Comissário Carlos Moedas: Alfredo Sousa; Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ; +32 460 757 628

Os meios de comunicação social podem ter acesso gratuitamente a imagens da participação do Presidente e dos Comissários em: https://ec.europa.eu/avservices/ebs/live.cfm?page=1

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

Lisboa, 22 de janeiro de 2018

Salvador Sobral distinguido nos European Border Breakers Awards 2018

Eurovision-2017-Semi-final-1-Portugal

Esta noite, dez jovens artistas europeus, entre os quais o português Salvador Sobral, são distinguidos na edição de 2018 do prémio «European Border Breakers Awards», por ocasião de uma cerimónia no festival Eurosonic Noorderslag, em Groningen, Países Baixos. Depois da sua vitória no Festival Eurovisão da Canção, o artista português foi forçado a interromper a sua carreira devido a um problema de saúde, mas nem esse obstáculo impediu o reconhecimento do seu trabalho e sucesso pelas instâncias europeias.

Estes prémios de música popular contemporânea, cofinanciados ao abrigo do programa «Europa Criativa» da Comissão Europeia que dispõe para o seu período de vigência de um orçamento de 1,46 mil milhões de euros, reconhecem os melhores artistas da Europa que alcançaram sucesso para além das fronteiras do seu país com o primeiro álbum lançado internacionalmente. O apoio da Comissão Europeia reflete o compromisso com os setores culturais e criativos da Europa, permitindo enaltecer e divulgar o que de melhor se tem desenvolvido no continente.

Os prémios, cuja origem remonta a 2004, já reconheceram, entre muitos outros, nomes como Adele, Stromae, Mumford & Sons e Disclosure.

Para mais informações:

European Border Breakers Awards

Programa "Europa Criativa"

Lista de artistas premiados em 2018

COMUNICADO DE IMPRENSA

Lisboa, 10 de janeiro de 2018

 

 

Iniciativas de educação e de formação

Cursos-Educacao Formacao ACEGIS

1. Projeto de Recomendação do Conselho sobre as competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida.

 

Qual é o principal objetivo da presente recomendação?

A recomendação proposta tem por objetivo melhorar o desenvolvimento de competências essenciais (por exemplo, literacia, línguas ou competências cívicas e digitais) nos sistemas de ensino para pessoas de todas as idades e fornecer orientações aos Estados-Membros sobre como alcançar esse objetivo. Este aspeto é importante para preparar melhor as pessoas para mercados de trabalho em permanente mutação e para a cidadania ativa em sociedades mais diversificadas, móveis, digitais e globais. Para este efeito, a recomendação privilegia especificamente o desenvolvimento de atitudes empreendedoras e mentalidades orientadas para a inovação.

A proposta insere-se também na resposta com vista a melhorar os sistemas educativos em toda a Europa, a fim de melhor gerir os diferentes problemas salientados pelo mais recente estudo PISA, que chamou a atenção para os fracos níveis médios de desempenho da UE no tocante às competências de base .

De que modo a recomendação irá ajudar os Estados-Membros a pôr em prática a educação, a formação e a aprendizagem orientadas para as competências?

A nova recomendação aborda os principais problemas encontrados até agora na introdução da educação, da formação e da aprendizagem orientadas para as competências: apoio insuficiente do pessoal docente, desenvolvimento limitado de métodos e ferramentas para avaliar e validar as competências e a necessidade de introduzir novos modos de aprendizagem para melhorar o desenvolvimento de competências.

O anexo da recomendação enuncia boas práticas que podem promover abordagens orientadas para as competências no domínio da educação, da formação e da aprendizagem não formal. Essas boas práticas abordam os problemas acima referidos e apontam vias possíveis para os ultrapassar.

 

De que modo tenciona a Comissão Europeia apoiar a aplicação da recomendação?

A Comissão Europeia apoiará a aplicação da recomendação e a utilização do Quadro de Referência Europeu de Competências Essenciais em anexo, ajudando os Estados‑Membros a aprender uns com os outros. Irá igualmente desenvolver materiais de referência e ferramentas em cooperação com os Estados-Membros, tais como cursos em linha abertos a todos (MOOC), ferramentas de avaliação, redes, entre as quais a eTwinning, a maior rede de professores a nível mundial, e a Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa (EPALE). Por último, a Comissão acompanhará também de perto a aquisição de competências nos Estados-Membros.

 

Quais são as alterações em relação ao quadro anterior de competências essenciais de 2006?

As atualizações das oito competências essenciais incluem:

  • Uma maior concentração nas competências básicas (literacia, línguas e competências digitais básicas) bem como em competências transversais como a criatividade, a resolução de problemas, o pensamento crítico e a comunicação. Estas competências ajudam as pessoas a ser fortes e a adaptar-se a mercados de trabalho mais voláteis e a sociedades em rápida mutação.
  • Uma atenção especial à promoção da educação empresarial e de experiências neste domínio em todos os níveis de ensino. A Comissão recomenda aos Estados-Membros que proporcionem pelo menos uma experiência prática de empreendedorismo durante a escolaridade obrigatória, para além de encorajar as plataformas que agrupam as escolas e as empresas, a prestação de formação adequada aos professores e diretores escolares, e a criação de mini-empresas na escola.
  • Privilegiar a melhoria da aquisição de competências em ciências, tecnologias, engenharia e matemática (CTEM) e tornar mais atrativas as carreiras nestas áreas.
  • Uma definição atualizada das competências digitais que inclua a programação, a cibersegurança e aspetos que se prendem com a cidadania digital.
  • Reforçar a cidadania, os valores democráticos e os direitos humanos nas competências cívicas, sublinhando as competências interculturais nas competências relacionadas com a sensibilidade e a expressão culturais;

 

2. Plano de ação para a educação digital

De que forma pode a UE ajudar os indivíduos e as instituições e os sistemas de ensino a adaptarem-se à transformação digital?

O plano de ação para a educação digital define uma série de iniciativas destinadas a ajudar as pessoas e as organizações a lidar com a rápida mudança digital. O plano de ação centra-se no desenvolvimento das competências digitais (competências, conhecimentos e atitudes) para trabalhar e participar na sociedade de uma forma mais ampla, na utilização eficaz das tecnologias na educação e na utilização dos dados e previsões para melhorar os sistemas de ensino. As medidas incluirão o apoio a escolas com ligações de elevado débito em banda larga, a intensificação da utilização da SELFIE, uma nova ferramenta de autoavaliação elaborada pela Comissão para ajudar as escolas a fazer uma melhor utilização das tecnologias para o ensino e a aprendizagem, assim como uma campanha de sensibilização sobre segurança em linha, a ciber-higiene e a literacia mediática.

De que modo tenciona a Comissão Europeia apoiar a aplicação do plano?

O plano de ação identifica uma série de iniciativas que a Comissão, em parceria com os Estados-Membros e com as partes interessadas, tenciona levar a cabo até ao final de 2020. O plano será executado no contexto do processo Educação e Formação 2020 (ET2020), o quadro da UE para a cooperação nos domínio da educação e da formação. A Comissão irá trabalhar em estreita colaboração com as partes interessadas, nomeadamente o Grupo de Trabalho sobre Aptidões e Competências na Área Digital no âmbito do processo Educação e Formação 2020.

 

Quais são as principais prioridades do plano?

O plano de ação tem três objetivos principais:

  • uma melhor utilização das tecnologias digitais no ensino e na aprendizagem;
  • desenvolver as competências digitais necessárias para viver e trabalhar numa era de rápida transformação digital;
  • melhorar o ensino por meio de uma melhor análise e capacidade de previsão.

 

O que pode ser feito para atrair as raparigas para as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) e para as disciplinas CTEM?

Estudos revelam que o interesse das raparigas por estudos e carreiras em CTEM (ciências, tecnologias, engenharia e matemática) frequentemente declina por volta dos 15 anos de idade. As raparigas gostariam de ver mais modelos de referência femininos em CTEM e ter mais experiências práticas nessas matérias. No quadro do plano de ação, a Comissão compromete-se a trabalhar em conjunto com as empresas, as ONG e os sistemas de ensino, a fim de proporcionar às estudantes as competências digitais e os modelos positivos e os mentores de que necessitam para ajudar a assegurar uma participação em situação de igualdade em estudos e carreiras nos domínios CTEM.

A Comissão encorajará a ministração de mais aulas de programação para raparigas no contexto da iniciativa Semana da Programação da UE. Irá igualmente trabalhar com a Coligação para a criação de competências e emprego na área digital e outras organizações em toda a Europa para promover atividades destinadas a encorajar as raparigas e as mulheres a desenvolver competências digitais. A Comissão trabalhará com as empresas e a sociedade civil a fim de pôr termo aos estereótipos e velar por que seja proporcionada às raparigas mais informação sobre as oportunidades de emprego no setor das TIC. A Comissão irá também aproveitar o êxito de iniciativas promovidas pelo Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT), por exemplo, seminários destinados a alunos do ensino secundário.

 

De que modo tenciona a Comissão Europeia apoiar a atualização da banda larga de alta velocidade nas escolas?

Existe um nítido fosso digital entre países da UE: alguns países já têm escolas ligadas em banda larga de alto débito, enquanto outros ficaram para trás. Uma das razões para a falta de conectividade é o facto de muitas escolas e autoridades locais não terem conhecimento das opções disponíveis de serviços de banda larga, bem como das eventuais fontes de apoio e de financiamento. A Comissão Europeia envidará esforços para alterar esta situação, socorrendo-se, por exemplo, da recém-criada rede da UE de Centrais de Competência em Banda Larga.https://ec.europa.eu/digital-single-market/en/broadband-competence-offices

Além disso, a Comissão estudará a possibilidade de apoiar a conectividade de alta velocidade nas escolas, nomeadamente por meio de um sistema de cupões e privilegiando as zonas desfavorecidas.

Por que razão propõe a Comissão um quadro de qualificações certificadas por via digital?

As tecnologias digitais oferecem novas formas de aumentar a fiabilidade e a transparência das qualificações e de proteção contra a falsificação de documentos. As qualificações em suporte digital são mais portáteis do que os documentos em suporte papel e podem ser alojados em mais de um servidor ou instituição. Podem incluir grande quantidade de metadados, ser mais facilmente visualizados em CV, redes sociais e páginas Web pessoais, podendo ser consultados pelas partes interessadas.

Construir um Espaço Europeu da Educação implica garantir que as qualificações, mesmo as conferidas por pequenos prestadores, são reconhecidas e fiáveis, sobretudo num contexto transfronteiras. Um quadro de qualificações com assinatura digital irá permitir uma maior coerência e contribuir para a garantia da qualidade; melhorará a transferibilidade e a comparabilidade e o apoio à mobilidade, à cooperação e ao intercâmbio.

 

Como tenciona a Comissão Europeia promover a programação informática?

O objetivo da Comissão é conseguir que, até 2020, pelo menos metade das escolas participem na Semana Europeia da Programação. A Semana Europeia da Programação é um movimento dinâmico das bases que aspira a, de uma forma divertida e atraente, prover todos os europeus de conhecimentos de programação e literacia digital, oferecendo aos participantes a possibilidade de explorar a programação assim como o hardware, a impressão 3D, os robôs, etc.

Ao fazer esta difusão através das escolas, é suscetível de incluir todos os jovens — rapazes e raparigas em pé de igualdade. Além disso, permitir que os professores explorem a programação em diferentes matérias juntamente com os seus estudantes reforça as suas competências na utilização da programação como instrumento para o ensino de competências digitais.

Para promover mais a programação, a Comissão trabalhará com os embaixadores da Semana Europeia da Programação, os Estados-Membros, a rede eTwinning, a Coligação para a criação de competências e emprego na área digital, os Campeões Digitais e outros organismos e organizações interessados.

 

Quais são os riscos para os estudantes na utilização das tecnologias e o que pode a UE fazer para os proteger e capacitar?

Num mundo cada vez mais interligado, existem riscos como a vulnerabilidade dos dados pessoais, as ameaças à cibersegurança e a fraude nesse domínio, as notícias falsas, o ciberassédio e a radicalização violenta. Devem ser tratados todos os aspetos da segurança em linha e da ciber-higiene; as pessoas precisam de saber, por exemplo, como gerir a sua presença em linha e velar pela segurança das suas contas, das suas informações e dos seus dispositivos.

É fundamental reforçar o pensamento crítico e a literacia mediática das crianças e dos jovens. As tecnologias digitais continuarão a integrar-se cada vez mais nas nossas vidas, tanto na dimensão física como mental, devendo as pessoas de todas as gerações tornar-se cidadãos digitais confiantes, capazes de aproveitar as oportunidades oferecidas pela tecnologia digital e, ao mesmo tempo, ter consciência e capacidade de resistência aos riscos associados à digitalização.

A UE promoverá atividades educativas e de sensibilização com vista a habilitar todos os cidadãos da UE a tornar-se utilizadores das tecnologias ativos, responsáveis, seguros e dotados de espírito crítico. Uma dessas atividades será o lançamento de uma campanha de sensibilização à escala da UE sobre a ciber-higiene, sobre a literacia em matéria de meios de comunicação social e de redes sociais, bem como sobre meios eficazes para combater os riscos em linha, como o ciberassédio, as notícias falsas ou conteúdos perturbadores. A campanha vai abranger todas as partes interessadas e chegar a crianças, aos jovens, aos pais e aos educadores. Além disso, a ação vai ajudar os educadores em toda a Europa a compreender e a ensinar as questões da cibersegurança graças à criação e ministração de cursos para professores em linha e presenciais.

 

3. Recomendação sobre a promoção de valores comuns, a educação inclusiva e a dimensão europeia do ensino

 

Qual é o principal objetivo da presente recomendação?

Atualmente, os Estados-Membros da UE enfrentam sérias dificuldades para manter sociedades abertas, equitativas e coesas face ao aumento do populismo, da xenofobia, do nacionalismo fraturante, da discriminação, da difusão de notícias falsas e da desinformação, sem esquecer o problema da radicalização.

Todos estes fenómenos põem em risco os alicerces das nossas sociedades. Debilitam a coesão social, impedem a emergência de um sentimento comum de pertença e enfraquecem a confiança dos cidadãos nas instituições públicas e nos nossos sistemas democráticos. Além disso, muita gente não tem conhecimento do modo como funciona a União Europeia e quais são os seus objetivos. Muitos também sabem muito pouco sobre os outros Estados-Membros e a sua diversidade.

A educação ao promover os nossos valores comuns, fomentando a inclusão e permitindo aos cidadãos compreender melhor a União Europeia e compreender-se melhor uns aos outros, tem um papel fundamental a desempenhar na reversão destas tendências.

 

Por que razão a UE está a prestar orientações sobre valores comuns, a educação inclusiva e a dimensão europeia do ensino?

A presente recomendação procura alcançar um compromisso mais forte por parte dos Estados-Membros num domínio que é exclusivamente da sua competência.

A ação da UE mostra-se particularmente pertinente para a questão do financiamento de projetos específicos (ver abaixo). Mais concretamente, ao financiar a mobilidade entre as escolas e os intercâmbios virtuais através da geminação eletrónica de escolas, a UE pode ajudar as escolas, os professores e os alunos a estabelecer contactos com os seus pares noutros países, por forma a poderem viver e experimentar em primeira mão o que é ser europeu.

As orientações da UE podem também ajudar os decisores políticos e os profissionais a identificar as melhores práticas, aprender com os seus homólogos noutros países e inspirar-se em práticas aplicadas noutros lugares que abordam questões semelhantes às que enfrentam no seu próprio país.

 

O que é que a Comissão Europeia irá criar para apoiar estes esforços dos Estados-Membros?

A Comissão procurará conseguir um aumento adequado do financiamento do programa Erasmus+ no período de financiamento da UE pós-2020, a fim de garantir que um maior número de estudantes, aprendizes, estagiários, mas sobretudo mais professores e alunos do ensino básico — podem beneficiar da mobilidade transfronteiras graças ao programa Erasmus+. Já em 2018, a Comissão dedicará cerca de 180 milhões de EUR para os intercâmbios escolares.

A Comissão trabalhará no sentido de incluir, nos próximos dez anos, um milhão de professores e escolas na rede geminação eletrónica de escolas, a fim de apoiar as suas atividades. Tal permitirá a um número ainda maior de alunos e professores comunicar, cooperar e desenvolver projetos através desta comunidade de aprendizagem.

A Comissão continuará a adaptar os instrumentos de financiamento, nomeadamente os programas Erasmus+, Europa Criativa e Europa para os Cidadãos, de molde a dar prioridade a projetos que apoiem a promoção de valores comuns, a educação inclusiva e uma melhor compreensão da UE e dos seus Estados-Membros. Os Fundos Estruturais e de Investimento Europeus também ajudam a promover a educação inclusiva ao apoiarem projetos que visam os sistemas de ensino, os professores e as crianças em idade escolar. Financiam iniciativas para assegurar que os jovens concluem a sua educação e adquirem as competências que os tornam mais competitivos no mercado de trabalho. A redução das taxas de abandono escolar é uma prioridade fundamental, a par da melhoria das oportunidades de formação profissional e de ensino superior. No período de 2014-2020, são dedicados mais de 39 000 milhões de EUR à consecução desse objetivo.

 

Para mais informações:

Comunicado de imprensa «Pacote Educação»

COMUNICADO DE IMPRENSA

Lisboa, 17 de janeiro de 2018

 

Comissão propõe-se investir 1000 milhões de EUR em supercomputadores europeus de craveira mundial

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A Comissão Europeia apresentou hoje os seus planos para investir, em conjunto com os Estados-Membros, na construção de uma infraestrutura europeia de supercomputadores de craveira mundial.

O tratamento de quantidades cada vez maiores de dados requer supercomputadores, que são valiosos para a sociedade em muitos domínios, desde os cuidados de saúde e as energias renováveis à segurança dos veículos e à cibersegurança.

Os planos hoje apresentados são cruciais para a competitividade e a independência da UE na economia dos dados. Cada vez mais, a indústria e os cientistas europeus tratam os seus dados fora da UE, porque a capacidade de computação disponível na União não é suficiente para satisfazer as suas necessidades de cálculo. Esta falta de independência compromete a privacidade, a proteção dos dados, os segredos comerciais e a propriedade dos dados, em particular os das aplicações sensíveis.

A nova estrutura jurídica e de financiamento – a EuroHPC, Empresa Comum – vai adquirir, desenvolver e implantar em toda a Europa uma infraestrutura de computação de alto desempenho (HPC) e de craveira mundial. Além disso, apoiará um programa de investigação e inovação para o desenvolvimento de tecnologias e máquinas (equipamento informático), bem como de aplicações (suporte lógico) que possam funcionar nesses supercomputadores.

A contribuição da UE para a EuroHPC será de cerca de 486 milhões de EUR no âmbito do atual Quadro Financeiro Plurianual, a que acrescerão as contribuições dos Estados-Membros e de países associados, de montante total semelhante. Globalmente, até 2020, o investimento público ascenderá a cerca de mil milhões de EUR, a que se juntarão contribuições em espécie das entidades privadas participantes na iniciativa.

Andrus Ansip, vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelo Mercado Único Digital, afirmou: «Os supercomputadores são o motor da economia digital. Nesta dura competição, a UE está a ficar para trás: nenhum dos nossos supercomputadores figura na lista dos 10 melhores do mundo. Com a iniciativa EuroHPC, queremos dar aos investigadores e às empresas, até 2020, uma capacidade de computação de vanguarda mundial, para que possam desenvolver tecnologias, como inteligência artificial, e conceber as aplicações quotidianas do futuro em áreas como a saúde, a segurança ou a engenharia.»

Mariya Gabriel, comissária responsável pela Economia e Sociedade Digitais, acrescentou: «Os supercomputadores já estão no centro de importantes avanços e inovações em muitos domínios que afetam diretamente o quotidiano dos cidadãos europeus. Eles podem ajudar-nos a desenvolver a medicina personalizada, a poupar energia e a lutar contra as alterações climáticas de forma mais eficiente. Uma melhor infraestrutura europeia de supercomputação tem um grande potencial de criação de emprego e constitui um fator essencial para a digitalização da indústria e para o aumento da competitividade da economia europeia».

Benefícios da supercomputação

A HPC é um instrumento essencial para compreender e dar resposta aos grandes desafios societais e científicos, como a deteção precoce e o tratamento de doenças, ou o desenvolvimento de novas terapias baseadas na medicina personalizada e de precisão. Além disso, a HPC é utilizada para a prevenção e gestão de catástrofes naturais de grande dimensão, nomeadamente para a previsão das trajetórias dos furacões e para a simulação de terramotos.

A infraestrutura da EuroHPC dotará a indústria europeia, em particular as pequenas e médias empresas (PME), de um melhor acesso a supercomputadores para a conceção de produtos inovadores. A utilização de HPC tem um impacto crescente sobre os setores e as empresas, reduzindo significativamente os ciclos de produção, acelerando a conceção de novos materiais, minimizando custos, aumentando a eficiência dos recursos, e encurtando e otimizando os processos de decisão. Por exemplo, os ciclos de produção automóvel podem ser reduzidos graças a supercomputadores, passando de 60 para 24 meses.

A HPC também é essencial para a segurança e a defesa nacionais; por exemplo, no desenvolvimento de tecnologias de cifragem complexas, no rastreio e na resposta a ciberataques, na investigação forense ou em simulações nucleares.

Infraestrutura adequada à investigação e à inovação

A iniciativa hoje apresentada reunirá investimentos para a criação de supercomputadores e infraestruturas de megadados europeus. A empresa comum EuroHPC tenciona adquirir sistemas com desempenhos pré-exaescala (100 mil biliões – ou 1017 – de operações por segundo) e apoiar o desenvolvimento de sistemas de desempenho à exaescala (1018 ou um trilião de operações por segundo), baseados em tecnologias da UE, até 2022-2023.

As atividades da empresa comum consistirão no seguinte:

  1. Aquisição e utilização de duas máquinas de supercomputação a pré-exaescala de craveira mundial e de, pelo menos, duas máquinas de supercomputação intermédias (capazes de efetuar cerca de 1016 operações por segundo); concessão e gestão do acesso de um largo espectro de utilizadores públicos e privados a estes supercomputadores a partir de 2020.
  2. Programa de investigação e inovação em HPC: Apoio ao desenvolvimento de tecnologias europeias de supercomputação, incluindo a primeira geração europeia de tecnologia de microprocessadores de baixo consumo energético, bem como à conceção colaborativa de máquinas à exaescala europeias; fomento de aplicações, do desenvolvimento de competências e de uma utilização mais ampla da HPC.

A empresa conjunta EuroHPC estará ativa de 2019 a 2026. A infraestrutura prevista será propriedade conjunta dos seus membros – numa primeira fase, os países signatários da Declaração EuroHPC (consultar lista abaixo) e os membros privados das universidades e da indústria – e por estes gerida. A esta iniciativa poderão aderir, em qualquer momento, outros membros, mediante contribuição financeira.

Contexto

A Comissão tem incentivado iniciativas da UE neste domínio desde 2012. Citem-se:

  • a Iniciativa Europeia para a Nuvem, de 19 de abril de 2016, integrada na Estratégia de Digitalização da Indústria Europeia, que apelou à criação de um ecossistema europeu de megadados, assente numa infraestrutura de HPC, de dados e de redes de craveira mundial;
  • a Declaração EuroHPC, assinada em Roma, em 23 de março de 2017, durante a Jornada Digital, por sete Estados-Membros – França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal e Espanha –, aos quais se juntaram, ainda nesse ano, a Bélgica, a Eslovénia, a Bulgária, a Suíça, a Grécia e a Croácia. Estes países concordaram em criar uma infraestrutura pan-europeia integrada de supercomputação à exaescala. Encorajam-se outros Estados-Membros e países associados a assinar a Declaração EuroHPC.

Para mais informações

Perguntas e respostas

Ficha com exemplos da utilização da HPC e outros documentos relevantes

2ª edição do Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa – candidaturas abertas

Fernando-SousaCom base no sucesso da edição de 2017, a Representação da Comissão Europeia lança a segunda edição do Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa» para trabalhos publicados ou difundidos durante o ano de 2017. A apresentação de candidaturas pode ser feita entre 1 de janeiro de 2018 e 28 de fevereiro de 2018. O regulamento e os formulários de candidaturas estão online em ec.europa.eu/portugal

O Prémio de Jornalismo «Fernando de Sousa» é atribuído a jornalistas e a estudantes do ensino superior de cursos de jornalismo ou comunicação social que tenham contribuído de forma notável para clarificar questões importantes a nível europeu ou que tenham promovido uma melhor comunicação entre as instituições da UE e os cidadãos europeus em Portugal.

Esta 2ª edição do Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa será atribuída a trabalhos desenvolvidos nas áreas de imprensa escrita, rádio, televisão e internet em três categorias:

- categoria jornalista – media nacional (um prémio atribuído a um jornalista detentor de carteira profissional; ou por uma equipa da qual conste um jornalista detentor de carteira profissional e que seja publicado/difundido num media de âmbito nacional)

- categoria jornalista – media regional (um prémio atribuído a um jornalista detentor de carteira profissional; ou por uma equipa da qual conste um jornalista detentor de carteira profissional e que seja publicado/difundido num media de âmbito regional ou local)

- categoria estudante (um prémio atribuído a um estudante, ou a uma equipa de no máximo cinco elementos, do ensino superior de jornalismo ou comunicação social)

O Prémio nasce no âmbito do respeito pela liberdade e pelo pluralismo da comunicação social e serve uma homenagem a um dos grandes jornalistas portugueses perito em assuntos europeus.

Júri de Pré-seleção

Alfredo Sousa como membro do gabinete do Comissário de nacionalidade portuguesa

Raquel Patrício Gomes e João Faria como elementos da Representação da Comissão Europeia em Portugal

Júri de Seleção

Presidente: Sofia Colares Alves como Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal

Daniel do Rosário como membro do Serviço de porta-voz da Comissão Europeia

Membros da Direção de três organizações que representam a classe jornalística:

Sofia Branco como Presidente do Sindicato dos Jornalistas

Goulart Machado como Presidente da Casa da Imprensa

Francisco Belard como Vice-Presidente do Clube de jornalistas

As candidaturas elegíveis para a atribuição do Prémio de Jornalismo Fernando de Sousa serão as seguintes:

- artigos e reportagens;
- que abordem questões importantes a nível europeu ou promovam um melhor entendimento das instituições ou políticas da União Europeia;
- publicados ou difundidos entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2017;
- elaborados em português;
- que não tenham recebido outro prémio até à data de encerramento das candidaturas;
- para as categorias Jornalista: que tenha sido publicado/difundido num meio de comunicação legalmente registado em Portugal;
- para a categoria Estudante: que tenha sido publicado/difundido num meio de comunicação legalmente registado em Portugal ou num meio de comunicação ou sítio Web de uma instituição de ensino superior. Pode ainda ser um trabalho académico de cariz jornalístico, desde que certificado por docente universitário.
- são elegíveis autores individuais ou equipas compostas por cinco pessoas, no máximo. Pelo menos um dos membros da equipa deve ser nacional ou residente num Estado-Membro da União Europeia

Algumas peças sobre os vencedores de 2017:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2017-05-09-Premio-Fernando-Sousa-atribuido-a-jornalista-do-Publico-e-estudantes-de-Coimbra-e-Minho

https://www.publico.pt/2017/05/09/sociedade/noticia/publico-vence-premio-de-jornalismo-fernando-de-sousa-1771531

http://noticias.uc.pt/universo-uc/estudante-da-uc-vence-primeira-edicao-do-premio-jornalismo-fernando-de-sousa/

http://www.comumonline.com/?p=20246

Contacto para questões: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

In COMUNICADO DE IMPRENSA, Lisboa, 9 de janeiro de 2018

 

800

Discurso sobre

o Estado da União Europeia

do Presidente Juncker


  HORÁRIO

Segunda a Sexta
9h00 - 12h30

13h30 - 18h00 


CONTACTOS

Av. Dr. Nicolau Carneiro, 196

4590-512 Paços de Ferreira

T. +351 255 147 314

     +351 916 096 155 

Email: europedirect@profisousa.pt


Se já contactou um Centro Europe Direct, p.f. avalie aqui  a sua atuação. 

 

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