Notícias
Photo Photo Photo Photo

EM ABRIL, A VOLTA DE APOIO AO EMPREGO PASSA POR AMARANTE!

logo vae

A sexta edição da Volta do Apoio ao Emprego em Portugal já começou em março, havendo já mais de 20 sessões programadas em todo o país.

Nas sessões da Volta de Apoio ao Emprego são apresentadas soluções para melhorar a empregabilidade através de formação profissional, estágios ou experiência internacional de voluntariado, sugestões para aumentar a probabilidade de sucesso de uma candidatura e formas de aceder a mais de dois milhões de empregos disponíveis a nível europeu através do Portal Europeu da Mobilidade Profissional - EURES.

As sessões contam com a participação de várias entidades e agências responsáveis pela implementação de iniciativas e programas europeus como o Erasmus+, a Garantia Jovem ou o Europass, bem como de universidades locais e associações empresariais.

A região do Tâmega e Sousa encetou esta edição com a Volta de Apoio ao Emprego de Marco de Canaveses no passado dia 16 de março, onde contou com a parceria da Câmara Municipal e do Projeto CAERUS – CLDS 3G.

Já no próximo dia 11 de abril, pelas 9h30, a Volta de Apoio ao Emprego passará pelo concelho de Amarante, onde é organizada em estreita parceria com a Câmara Municipal de Amarante, através do seu GIP – Gabinete de Inserção Profissional.

A Volta de Apoio ao Emprego de Amarante terá lugar na Casa da Portela e conta com a participação do Centro de Informação Europe Direct do Tâmega, Sousa e Alto Tâmega; dos Gabinetes de Inserção Profissional de Amarante e de Vila Meã; da Garantia Jovem e da Rede Eures (IEFP) e da Agência Erasmus+ Juventude em Ação.

A Volta de Apoio ao Emprego é uma iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal, organizada através da rede de Centros de Informação Europe Direct, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) no âmbito da Rede Europeia de Emprego EURES.

Para saber mais sobre esta iniciativa e conhecer os locais por onde vai passar, consulte a página: http://www.vae.pt/

 

A Volta de Apoio ao Emprego passou pelo Marco de Canaveses

0017

Durante a manhã do dia 16 de março, a Volta de Apoio ao Emprego (VAE) passou pelo Marco de Canaveses, possibilitando aos jovens à procura do primeiro emprego e aos cidadãos desempregados em geral informar-se acerca das diversas opções disponíveis para (re)ingressarem no mercado de trabalho.

A sessão que deu arranque à Volta Nacional de Apoio ao Emprego, promovida pela Representação da Comissão Europeia em Portugal em colaboração com os Centros Europe Direct, numa parceria estreita com o IEFP, teve as honras de abertura da Presidente da Câmara Municipal do Marco de Canaveses, Dra. Cristina Vieira, que enalteceu esta iniciativa enquanto contributo para a informação e ajuda à população desempregada e que procura soluções de emprego, estágios, formações ou outras oportunidades no espaço europeu.

O coordenador do Centro de Informação Europe Direct do Tâmega, Sousa e Alto Tâmega apresentou o projeto e explicou a sua intervenção nos territórios do Alto Tâmega e do Tâmega Sousa. Aproveitou também para motivar a plateia a procurar mais informações sobre projetos europeus, tais como o ERASMUS+ e Corpo Europeu de Solidariedade, que explicou sumariamente.

A VAE prosseguiu com a apresentação dos serviços prestados pelo CLDS 3G, Projeto CAERUS, pela voz da Dra. Judite Freitas, nomeadamente no que respeita ao apoio às crianças, jovens e famílias, nomeadamente em matéria incentivar ao empreendedorismo pessoal e criação do próprio emprego.

De seguida, o Dr. Júlio Monteiro apresentou o projeto Garantia Jovem, que é um projeto europeu que visa a colocação de jovens no mercado de trabalho ou em formação num período de tempo mais reduzido. Este projeto engloba formações modulares, medidas de estágio profissional e medidas de contrato-emprego, que incentivam as empresas a contratar pessoas inscritas no IEFP. Foram também exploradas as medidas para empreendedores, como o Invest Jovem e o apoio direto ao desempregado para mobilidade geográfica, que, revela, ainda é pouco solicitada por não ser do conhecimento das pessoas.

A sessão terminou com a Conselheira da Rede Eures, Dra. Sandra Simão, que explorou o funcionamento da rede e a contextualizou no trabalho do IEFP. Explorou diversas motivações que levam as pessoas a emigrar e alertou para uma série de questões que se devem fazer para se prepararem devidamente, dando nota que as respostas às mesmas estão no próprio portal da Rede Eures. Também explorou as iniciativas European Job Days e o “Teu primeiro Emprego Eures”.

Comissão apresenta propostas para tornar a política de vistos da UE mais forte, eficaz e segura

passaporte-europeu2

A Comissão propôs hoje uma reforma da política comum da UE em matéria de vistos, a fim de a adaptar às novas preocupações de segurança, aos desafios suscitados pela migração e às novas oportunidades proporcionadas pela evolução tecnológica.

As alterações agora propostas ao código de Vistos facilitarão a obtenção de vistos pelas pessoas que pretendam deslocar-se legitimamente à Europa, promovendo o turismo, os negócios e as trocas comerciais, e reforçarão simultaneamente a segurança, reduzindo os riscos de migração irregular.

Segundo o Comissário responsável pela Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos: «Todos os anos, milhões de pessoas visitam a UE, promovendo o setor do turismo e das viagens. Com a reforma hoje proposta, as pessoas que pretendam deslocar-se à UE de forma legítima poderão obter o visto com maior rapidez e facilidade, sendo simultaneamente reforçadas as normas de segurança, a fim de melhor detetar e deter quem o pretenda fazer de forma ilegítima. As novas normas visam assegurar igualmente que a nossa política comum de vistos contribui para melhorar a cooperação com os países terceiros quanto ao regresso dos migrantes em situação irregular.»

O turismo e a indústria das viagens desempenham um papel fundamental na economia europeia, representando cerca de 10 % do PIB da UE. Embora os Estados-Membros da UE figurem entre os principais destinos turísticos mundiais, a existência de processos morosos e complexos pode dissuadir alguns turistas de viajarem para a Europa, desviando investimentos e despesas para outros países e prejudicando assim a economia da UE. Ao mesmo tempo, os benefícios dos vistos de viagem têm de ser conciliados com uma melhor gestão da migração, da segurança e dos controlos das fronteiras, de modo a responder adequadamente aos problemas, atuais e futuros, de segurança e migração.

As alterações hoje propostas ao Código de Vistos constituem o primeiro passo da reforma da política comum de vistos da UE. Posteriormente, nesta primavera, será apresentada uma proposta de atualização do Sistema de Informação sobre Vistos (VIS).

Procedimentos mais simples, rápidos e seguros

As alterações agora propostas visam modernizar e harmonizar as normas comuns da UE em matéria de vistos, facilitando o processo de emissão de vistos para os viajantes legítimos e para os Estados-Membros, e reforçando, simultaneamente, as normas de segurança do procedimento de emissão de vistos.

  • Procedimentos mais rápidos e flexíveis: O prazo máximo para apreciar os pedidos de visto será reduzido de 15 para 10 dias. Os requerentes de visto poderão apresentar o pedido até seis meses antes da viagem prevista, em vez dos três meses atuais, bem como preencher e assinar os respetivos pedidos por via eletrónica.
  • Validade mais longa dos vistos de entradas múltiplas: Aos vistos de entradas múltiplas aplicar-se-ão as normas harmonizadas, de modo a evitar que os requerentes procurem obter os vistos mais fáceis (visa shopping), reduzir os custos e poupar tempo aos Estados-Membros e aos viajantes frequentes. Serão emitidos vistos de entradas múltiplas aos viajantes frequentes de confiança que tenham um historial positivo de vistos, cuja validade poderá aumentar progressivamente de um para cinco anos. O cumprimento das condições de entrada de todas as pessoas será verificado de forma exaustiva e repetida.
  • Vistos de curta duração nas fronteiras externas: A fim de promover o turismo de curta duração, os Estados-Membros poderão emitir vistos de entrada única nas fronteiras externas terrestres e marítimas ao abrigo de regimes temporários ou sazonais sujeitos a condições rígidas. Esses vistos serão válidos para uma estada máxima de sete dias e unicamente no Estado-Membro emissor.
  • Novos recursos para reforçar a segurança: Dado que nos últimos anos se registou um forte aumento dos custos de tratamento dos pedidos de visto e o facto de o último aumento das taxas ter ocorrido em 2006, a taxa de visto será ligeiramente aumentada (de 60 para 80 EUR). Esse pequeno aumento permitirá aos Estados-Membros manter níveis adequados de pessoal consular, a fim de assegurar um melhor controlo de segurança e modernizar os equipamentos e programas informáticos, não representando um obstáculo para os requerentes de visto.

A política de vistos enquanto instrumento para melhorar a cooperação em matéria de regresso e readmissão

Tal como solicitado pelos dirigentes da UE em junho de 2017, a Comissão decidiu intensificar os esforços conjuntos da UE em matéria de regresso e readmissão, tirando partido do efeito de alavanca que poderá ser proporcionado pela política comum de vistos da UE. A Comissão propõe a criação de um novo mecanismo que impõe condições mais rígidas ao tratamento dos vistos em relação aos países parceiros que não cooperem o suficiente no domínio da readmissão de migrantes em situação irregular, incluindo as pessoas que tenham entrado legalmente com um visto cujo período de estada tenha sido ultrapassado. As novas normas preveem que a Comissão avalie com regularidade a cooperação dos países terceiros em matéria de regresso. Se necessário, a Comissão, juntamente com os Estados-Membros, pode impor a aplicação mais restritiva de certas disposições do Código de Vistos, incluindo o prazo máximo para o tratamento dos pedidos de visto, a validade dos vistos emitidos, as taxas cobradas pela emissão e a isenção de visto para certas categorias de pessoas, nomeadamente diplomatas.

Reforço dos controlos de segurança

Na primavera deste ano, a Comissão apresentará uma proposta de revisão do Sistema de Informação sobre Vistos (VIS), a base de dados que regista os pedidos e os dados pessoais dos requerentes de visto. Essa revisão visa tornar mais rápida e eficaz a verificação dos antecedentes dos requerentes de visto pelos funcionários competentes e os guardas de fronteira. Visará igualmente preencher uma lacuna de informação a nível da UE, permitindo às autoridades nacionais ter acesso e trocar informações relativas aos vistos de longa duração e títulos de residência, para efeitos de gestão das fronteiras e de segurança.

As principais disposições imporão a verificação obrigatória dos pedidos de visto nas bases de dados de segurança e de migração pertinentes, assim como medidas destinadas a assegurar a plena interoperabilidade do VIS com as bases de dados à escala da UE, nomeadamente o Sistema de Entrada/Saída (SES) recentemente criado, o Sistema de Informação de Schengen (SIS) e o Sistema Europeu de Informação sobre Registos Criminais (ECRIS), mediante a criação de um portal único de pesquisa.

Reflexão sobre os vistos digitais

Até ao final de 2018, a Comissão irá lançar um estudo de viabilidade e lançar um debate com o Parlamento Europeu e com os Estados-Membros sobre a forma como o procedimento de pedido de visto poderá passar a ser totalmente digital.

Contexto

A política comum de vistos da UE facilita as deslocações na UE para fins turísticos e profissionais, contribuindo para o crescimento e a economia da UE, o estabelecimento de contactos entre os povos e os intercâmbios culturais. Só no ano de 2016, foram emitidos quase 14 milhões de vistos Schengen para visitas de curta duração (ver últimas estatísticas em matéria de vistos Schengen).

Atualmente, existem 105 países e entidades exteriores à UE sujeitos à obrigação de visto para entrar no espaço Schengen (a lista completa está disponível aqui). Regra geral, o visto de curta duração emitido por qualquer dos Estados Schengen permite ao seu titular viajar nos 26 Estados Schengen por períodos não superiores a 90 dias por cada período de 180 dias.

Desde que o Código de Vistos entrou em vigor, em 2010, o contexto em que a política de vistos é aplicada sofreu alterações radicais. Nos últimos anos, a UE tem-se confrontado com novos desafios de migração e segurança. Em setembro de 2017, a Comissão anunciou que iria avançar ideias sobre a modernização da política comum de vistos da UE. No programa de trabalho para 2018, a Comissão confirmou que iria propor uma revisão do Código de Vistos e, paralelamente, retiraria a proposta já apresentada sobre essa revisão.

Simultaneamente, a UE está a atualizar os sistemas de informação utilizados na gestão das fronteiras, a fim de suprir as lacunas e aumentar a segurança interna. A futura revisão do VIS, juntamente com a recente adoção do Sistema de Entrada/Saída (SES) e do Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS), será outro elemento essencial para tornar interoperáveis os sistemas de informação da UE.

Mais informações:

Perguntas e respostas: Adaptar a política comum de vistos da UE aos novos desafios

Ficha informativa: Uma política de vistos da UE mais forte, eficaz e segura

Comunicação: Adaptar a política comum de vistos da UE aos novos desafios

Proposta: Regulamento que altera o Código de Vistos

Documento de trabalho dos serviços da Comissão: Resumo da Avaliação de Impacto

Proteção dos consumidores europeus: brinquedos e automóveis no topo da lista dos produtos perigosos detetados

ce lrg1

A Comissão Europeia publica o seu relatório de 2017 sobre o sistema de alerta rápido para os produtos perigosos. 

O relatório demonstra que, em 2017, as autoridades nacionais utilizaram o sistema de alerta rápido com mais frequência, tendo feito circular mais de 2000 alertas sobre produtos perigosos, por intermédio do sistema. Os brinquedos, por exemplo vários modelos do popular fidget spinner, os veículos automóveis e os motociclos, figuram no topo da lista dos produtos perigosos detetados e retirados do mercado. 

A Comissária responsável pela Justiça, Consumidores e Igualdade de Género, Věra Jourová, afirmou: «A legislação europeia em matéria de defesa do consumidor garante que apenas são vendidos na UE os produtos considerados seguros. Se tal não se verificar, o sistema de alerta rápido ajuda as autoridades a reagir rapidamente e a retirar do mercado quaisquer produtos que possam causar lesões. Graças a este sistema, garantimos a segurança das crianças e prevenimos acidentes mortais nas nossas estradas. Trata-se de um bom exemplo de aplicação eficiente das normas de defesa do consumidor da UE. Infelizmente, em muitas outras áreas, é necessário melhorar a aplicação e garantir que os consumidores podem usufruir dos seus direitos. É disto que trata o nosso próximo «novo acordo para os consumidores». 

Os 2 201 alertas enviados através do sistema de alerta rápido deram origem a quase 4 000 medidas de seguimento, tais como a retirada de produtos do mercado. Este facto demonstra que todas as autoridades nacionais seguiram de perto as indicações no sistema e tomaram todas as medidas necessárias para tornar o mercado mais seguro para os consumidores. 

Como é que o sistema protege os consumidores dos produtos perigosos vendidos em linha?

Os consumidores compram cada vez mais produtos através da Internet diretamente de países terceiros. O desafio consiste em garantir que estes produtos satisfazem as normas da UE em matéria de segurança.

Muitos dos produtos perigosos notificados no âmbito do sistema de alerta rápido são igualmente vendidos por intermédio de plataformas ou de mercados virtuais. Para fazer face a este fenómeno, a Comissão está a incentivar a cooperação com os seus homólogos internacionais e as plataformas em linha, para garantir que os produtos perigosos não chegam até aos consumidores da UE. Em 1 de março de 2018, a Comissão emitiu uma recomendação com um conjunto de medidas a tomar pelas plataformas em linha e os Estados-Membros para dar mais impulso aos trabalhos sobre os conteúdos ilegais em linha, incluindo quando se trata de produtos perigosos. 

Em especial, a Comissão insta as plataformas a assumir compromissos voluntários que vão para além das suas obrigações legais no domínio da segurança dos produtos. 

Que produtos apresentam mais riscos?

Em 2017, os brinquedos foram a categoria de produto com o maior número de notificações (29 %), seguidos pelos veículos a motor (20 %) e pelo vestuário, têxteis e artigos de moda (12 %).

No que diz respeito aos tipos de riscos, em 2017, o risco de lesões foi o mais frequentemente notificado (28 %), seguido do risco químico (22 %).

Qual a proveniência destes produtos?

A maioria dos produtos perigosos notificados no âmbito do sistema provinha de países terceiros. A China é o principal país de origem, mas o número de alertas continua estável, com 53 % (1155) em 2017, o mesmo que no ano anterior. A Comissão continua a cooperar estreitamente com as autoridades chinesas, colaborando na discussão de casos concretos e na adoção de medidas, , tais como o intercâmbio de boas práticas. Os produtos perigosos de origem europeia representaram 413 notificações (26 %).

Próximas etapas

O sistema de alerta rápido é um instrumento importante para a aplicação da legislação da UE de defesa do consumidor pelas autoridades nacionais competentes. Para continuar a melhorar a aplicação, a Comissão revelará em abril o seu «novo acordo para os consumidores», que visa modernizar as normas em vigor e melhorar a proteção dos consumidores.

A Comissão continuará a trabalhar na modernização do sistema de alerta rápido para permitir às autoridades e às empresas proteger melhor os consumidores dos produtos perigosos.

A próxima etapa da modernização do sistema permitirá aos utilizadores ler os alerta em todas as línguas oficiais da UE.

Contexto

Desde 2003, o sistema de alerta rápido garante que as informações sobre produtos não alimentares perigosos retirados do mercado e/ou recolhidos em qualquer país da Europa sejam rapidamente veiculadas entre os Estados-Membros da UE e a Comissão Europeia. Desta forma, podem ser adotadas em toda a UE as medidas de seguimento adequadas (proibição/suspensão da comercialização, retirada do mercado, recolha do produto ou interdição da importação pelas autoridades aduaneiras). 

Participam atualmente neste sistema trinta e um países (a UE, a Islândia, o Listenstaine e a Noruega). O sistema de alerta rápido funciona graças a uma cooperação estreita, diária e constante entre os Estados-Membros. 

O sistema de alerta rápido tem um sítio Web público criado para o efeito (ec.europa.eu/consumers/rapid-alert-system) que permite o acesso às atualizações semanais dos alertas submetidos pelas autoridades nacionais que nele participam. Todas as semanas, são registados e publicados no sítio Web cerca de 50 alertas. Qualquer pessoa pode consultar as notificações inseridas no sistema. Os consumidores e as empresas podem igualmente criar e personalizar as suas assinaturas de alertas, em função das suas necessidades e preferências, e partilhar alertas através das redes sociais. 

Está igualmente disponível um instrumento específico no sítio Web para que as empresas possam informar as autoridades nacionais de forma rápida e eficiente sobre um eventual produto que tenham introduzido no mercado e que possa não ser seguro. 

Mais informações

Sítio Web do sistema de alerta rápido

Perguntas e respostas

Ferramenta de pesquisa das informações publicadas no sistema de alerta rápido

Pontos de contacto nacionais do sistema de alerta rápido

Relatório anual e informações estatísticas

Dia Internacional da Mulher 2018: A autonomia das mulheres é importante para o futuro da Europa.

picture

A Comissão assinala o Dia Internacional da Mulher com a publicação do seu relatório de 2018 sobre a igualdade entre homens e mulheres, bem como com a apresentação de um relatório sobre as mulheres e as tecnologias. Contudo, ainda temos pela frente um longo caminho a percorrer. 

A Comissão adotou medidas para suscitar a mudança. Apresentou uma proposta que visa melhorar o equilíbrio entre a vida profissional e a vida familiar das famílias que trabalham, um Plano de Ação para combater as disparidades salariais entre homens e mulheres e apelou a que seja posto termo à violência contra as mulheres através de ações de financiamento e de sensibilização.

O relatório de 2018 sobre a igualdade entre homens e mulheres revela que, nalguns domínios, os progressos estagnaram: as mulheres continuam a assumir a maior parte das responsabilidades familiares, as disparidades salariais entre homens e mulheres estagnaram nos 16 % durante vários anos e a violência contra as mulheres continua a ser um problema.

Frans Timmermans, Primeiro Vice-Presidente afirmou hoje : «A questão da igualdade de género está no topo da agenda, mas os progressos no terreno continuam a ser lentos. Para conseguirmos uma verdadeira mudança na situação das mulheres, temos de transformar a tomada de consciência e as intenções em ações concretas. Tal passa pela adoção da nova legislação que a Comissão propôs em matéria de equilíbrio entre vida profissional e vida familiar, pela adesão à Convenção de Istambul e pela implementação das políticas que já acordámos em matéria de luta contra as disparidades salariais entre homens e mulheres e contra violência de que são vítimas as mulheres».

Věra Jourová, Comissária Europeia responsável pela Justiça, Consumidores e Igualdade de Género, acrescentou: «A igualdade de género não diz respeito unicamente às mulheres. É uma questão que diz respeito à nossa sociedade, à nossa economia e à nossa demografia. Queremos garantir que as mulheres sejam verdadeiramente iguais aos homens perante a lei. Prosseguiremos os nossos esforços para promover a autonomia das mulheres, para que estas possam fazer as suas próprias escolhas no que respeita às suas carreiras profissionais e às suas famílias.»

Mariya Gabriel, Comissária responsável pela Economia e Sociedade Digitais, afirmou: «O futuro da Europa será digital e cabe-nos a nós torná-lo inclusivo. As mulheres e as raparigas não podem ser excluídas da transformação digital da nossa economia e da nossa sociedade. O nosso programa intitulado «As mulheres e o digital» terá por objetivo capacitar, promover a autonomia, incentivar e motivar as mulheres e as raparigas a colmatarem o fosso digital que as separa dos homens.»

O relatório revela igualmente que as mulheres continuam a enfrentar desafios em vários domínios:a

  • Embora tenham um nível de instrução superior ao dos homens (em 2016, 44 % das mulheres - contra 34 % dos homens - com idade compreendida entre os 30 e os 34 anos tinham um diploma universitário), as mulheres continuam a estar fortemente sub-representadas em cargos de chefia nas empresas e continuam a ganhar, em média, 16 % menos do que os homens em toda a UE.
  • Na política, as mulheres estão igualmente sub-representadas. Em seis países (Grécia, Croácia, Chipre, Letónia, Hungria e Malta), as mulheres representam menos de 20 % dos deputados.
  • Nos últimos anos, as disparidades salariais entre homens e mulheres estagnaram em cerca de 11 pontos percentuais. Não se registou uma recuperação digna de nota entre os Estados-Membros que obtiveram os melhores resultados e aqueles que obtiveram os piores resultados.
  • Em média, 44 % dos europeus consideram que as mulheres devem cuidar da casa e da família. Num terço dos Estados-Membros da UE, esta percentagem atinge mesmo os 70 %.
  • A violência continua a ser demasiado generalizada: Na Europa, uma em cada três mulheres já foi vítima de violência física e/ou sexual após os 15 anos de idade. De igual modo, 55 % das mulheres na UE já foram vítimas de assédio sexual.

A autonomia das mulheres na era digital

O setor das tecnologias irá criar 500 000 novos postos de trabalho até 2020. Infelizmente, as mulheres europeias correm o risco de passar ao lado destas oportunidades, em detrimento da economia europeia. A participação das mulheres nos setores digital e das TIC não melhorou muito nos últimos anos. A Comissão publicou hoje um novo estudo sobre as mulheres na era digital que revela que o aumento do número de mulheres no setor digital poderia resultar num aumento anual do PIB de 16 mil milhões de euros na UE. No entanto, só 24,9 % das mulheres que frequentam o ensino superior obtêm um diploma em domínios relacionados com tecnologias. No que diz respeito ao empreendedorismo no setor das tecnologias, as empresas em fase de arranque detidas por mulheres têm mais probabilidades de êxito, mas apenas 14,8 % dos fundadores de empresas em fase de arranque são mulheres, revelou o estudo.

Para aumentar a participação das mulheres no setor digital, a Comissária Mariya Gabriel apresentou hoje nas suas grandes linhas planos destinados a promover modelos de comportamento no setor das tecnologias da informação, combater os estereótipos, promover o ensino e as competências digitais e defender o aumento do número de mulheres empresárias. A iniciativa em prol das mulheres no setor digital desenrolar-se-á ao longo de 2018 e 2019.

Contexto

A igualdade entre homens e mulheres constitui um valor fundamental da União Europeia, que está consagrado no Tratado desde as origens da construção europeia, uma vez que o Tratado de Roma incluía uma disposição sobre a igualdade salarial.

O trabalho da Comissão em matéria de política de igualdade entre homens e mulheres tem por base o «Compromisso estratégico para a igualdade de género 2016-2019», que se centra em cinco domínios prioritários:

  • aumentar a participação das mulheres no mercado laboral e a igualdade entre os géneros em termos de independência económica;
  • reduzir as disparidades de género nas remunerações, rendimentos e pensões e, assim, combater a pobreza entre as mulheres;
  • promover a igualdade entre homens e mulheres no processo de tomada de decisões;
  • combater a violência de género e defender e apoiar as vítimas; e
  • promover a igualdade de género e os direitos das mulheres em todo o mundo.

Para mais informações, consultar:

Relatório de 2018 sobre a igualdade entre homens e mulheres

Estudo «As mulheres na era digital»

Iniciativa para aumentar a participação das mulheres no setor digital

Instituto Europeu para a Igualdade de Género – Comunicado de imprensa: «As mulheres e as tecnologias»

O colóquio anual sobre os direitos fundamentais consagrado aos direitos das mulheres neste período conturbado abordou a problemática da violência e do assédio contra as mulheres, bem como as desigualdades económicas e políticas entre mulheres e homens, em especial as disparidades salariais entre homens e mulheres e a conciliação da vida profissional e familiar.

O lançamento da Iniciativa Spotlight pela Comissão Europeia e as Nações Unidas aborda o problema da violência fundada no género a nível mundial.

Índice de Igualdade de Género 2017

Vídeo de sensibilização para o problema da violência contra as mulheres

800

Discurso sobre

o Estado da União Europeia

do Presidente Juncker


  HORÁRIO

Segunda a Sexta
9h00 - 12h30

13h30 - 18h00 


CONTACTOS

Av. Dr. Nicolau Carneiro, 196

4590-512 Paços de Ferreira

T. +351 255 147 314

     +351 916 096 155 

Email: europedirect@profisousa.pt


Se já contactou um Centro Europe Direct, p.f. avalie aqui  a sua atuação. 

 

max maillots max maillot air jordan pas cher air jordan pas cher air jordan pas cher air jordan pas cher air jordan pas cher golden goose outlet golden goose outlet golden goose outlet golden goose outlet golden goose outlet golden goose outlet pandora pas cher pandora pas cher pandora pas cher pandora pas cher pandora pas cher pandora pas cher pandora outlet pandora outlet pandora outlet pandora outlet pandora outlet pandora outlet woolrich outlet