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Uma Europa que cumpre as suas promessas: Comissão apresenta ideias para uma União Europeia mais eficiente

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Uma Europa que cumpre as suas promessas: Comissão apresenta ideias para uma União Europeia mais eficiente

Na perspetiva da reunião informal dos dirigentes que terá lugar em 23 de fevereiro de 2018, a Comissão Europeia apresenta hoje algumas medidas concretas que poderão tornar a ação da União Europeia mais eficiente e melhorar a ligação entre os dirigentes das instituições da UE e os cidadãos europeus.

O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, declarou hoje: «Com o Roteiro de Bratislava, a Declaração de Roma e, agora, a Agenda dos Dirigentes, a Europa tem-se concentrado, e bem, na criação de uma União que apresente resultados concretos e soluções tangíveis para as questões que interessam aos cidadãos. Devemos continuar nesta via. Sempre afirmei que a forma segue a função – este não é o momento para longos debates sobre a reforma das instituições ou a alteração dos Tratados. No entanto, podemos adotar uma série de medidas para realizarmos ainda mais eficientemente as nossas prioridades principais. Existem muitas opções, mas o objetivo deve manter-se o mesmo: criar uma Europa que cumpre as suas promessas.»

Candidatos cabeças de lista: partir da experiência dos candidatos principais (Spitzenkandidaten) de 2014

O processo eleitoral de 2014 reforçou a relação entre as três instituições da UE e tornou o seu trabalho mais eficiente. Ajudou-as a alinharem-se por um programa de trabalho comum para o mandato de cinco anos. Foi isto que permitiu à Comissão Juncker trabalhar de forma mais orientada para a política e concentrar-se naquilo em que a União obtém melhores resultados, deixando o resto para os Estados-Membros.

No seu discurso sobre o Estado da União de 2017, o Presidente Juncker afirmou que a experiência dos «candidatos cabeças de lista» de 2014 devia prosseguir. Hoje, a Comissão Europeia define modos possíveis de aperfeiçoar o processo com base nos atuais Tratados, respeitando ao mesmo tempo o equilíbrio entre instituições da UE e entre Estados-Membros. Para tal, apela aos partidos políticos para que façam uma escolha antecipada dos candidatos cabeças de lista, antes do final de 2018, e para que iniciem a campanha mais cedo. Deste modo, os eleitores teriam mais oportunidades para se identificarem com os candidatos e com os programas políticos que estes representam.

A Comissão recomenda igualmente que se torne mais visível a ligação entre os partidos nacionais e os partidos europeus. Os partidos políticos nacionais devem ser mais transparentes em relação aos partidos europeus em que estão filiados; por exemplo, utilizando os seus logótipos no material de campanha e nos boletins de voto. Devem também assumir uma posição clara sobre as questões europeias importantes e manifestar a sua intenção de participar nos grupos políticos do Parlamento Europeu e na escolha, por estes, do Presidente da Comissão Europeia.

Composição do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia

Os dirigentes do Conselho Europeu têm de decidir – com base numa proposta do Parlamento Europeu – sobre a composição do Parlamento Europeu na legislatura de 2019-2024 e sobre o destino a dar aos lugares deixados vagos pelo Reino Unido. Uma das opções consiste em reservar alguns desses lugares para um círculo eleitoral transnacional. Apesar de, numa recente resolução (de 7 de fevereiro), ter votado no sentido de não apelar à criação de um círculo eleitoral transnacional, o Parlamento Europeu deixou a porta aberta para futuros debates. Recentemente também, vários Estados-Membros exprimiram o seu apoio a esta ideia, enquanto outros manifestaram a sua discordância. Um círculo eleitoral transnacional poderia reforçar a dimensão europeia das eleições, oferecendo aos candidatos a possibilidade de chegarem a um maior número de cidadãos em toda a Europa. Por outro lado, e em princípio, os deputados representam e comunicam estreitamente com os eleitores que os elegeram a nível local ou nacional, quer por motivos de responsabilização quer para poderem dar voz às preocupações dos seus eleitores. A Comissão é recetível à ideia das listas transnacionais, mas a sua concretização requer o acordo unânime do Conselho, bem como alterações à lei eleitoral nos 27 Estados-Membros no próximo ano, de modo a poderem ser aplicadas nas eleições de 2019.

Nos termos da Decisão do Conselho Europeu de 22 de maio de 2013, atualmente o Colégio de Comissários é composto por 28 membros, um de cada Estado-Membro. Antes de a próxima Comissão Europeia ser nomeada, os dirigentes terão de decidir se querem manter o princípio de um membro por Estado-Membro ou se pretendem diminuir o número de comissários. Teoricamente, um executivo de menor dimensão funcionaria de forma mais eficiente, seria mais fácil de gerir e permitiria uma distribuição mais equilibrada das pastas. No entanto, uma Comissão reduzida significaria também que alguns Estados-Membros não estariam representados ao nível político da instituição e perderiam a vantagem de manter um canal de comunicação política direto com os seus cidadãos e autoridades nacionais.

Um único Presidente para a Comissão e para o Conselho

No seu discurso sobre o Estado da União de 2017, o Presidente Juncker começou por sugerir a ideia de um Presidente com dois cargos. O facto de uma única pessoa exercer os dois cargos de Presidente do Conselho Europeu e de Presidente da Comissão Europeia poderia tornar a estrutura da União mais eficiente, e os atuais Tratados permitem-no. Uma dupla nomeação não acarretaria a fusão das duas instituições. O Presidente da Comissão Europeia é já membro do Conselho Europeu, e nenhum dos dois Presidentes vota no Conselho Europeu; a sua função consiste em aconselhar, trazer o contributo do trabalho dos seus serviços, ajudar a construir pontes e definir posições comuns.

Diálogos com os Cidadãos

A Comissão Europeia organiza regularmente Diálogos com os Cidadãos, em que participam membros da Comissão, do Parlamento Europeu, dos governos nacionais, das autoridades locais e regionais e representantes da sociedade civil. Desde 2012, realizaram-se cerca de 500 debates públicos interativos em 160 locais; a Comissão aumentará a sua frequência até às eleições europeias de maio de 2019, sendo o objetivo a organização de, aproximadamente, mais 500 eventos. A Comissão congratula-se igualmente com as iniciativas dos Estados-Membros de organizarem os seus próprios diálogos com os cidadãos sobre o futuro da Europa, e está pronta para oferecer o seu apoio no que estiver ao seu alcance; por exemplo, ligando esse processo à consulta em linha sobre o futuro da Europa, que poderá manter-se aberta até 9 de maio de 2019. A Comissão partilhará os benefícios da sua experiência com os Estados-Membros.

Contexto

As ideias e opções hoje apresentadas constituem um seguimento direto do Relatório da Comissão Europeia (de 8 de maio de 2015) sobre as eleições de 2014 para o Parlamento Europeu, no qual a Comissão se comprometeu a identificar formas de continuar a reforçar a dimensão europeia e a legitimidade democrática do processo de decisão da UE, bem como a analisar mais em profundidade (e tentar combater) os motivos da persistência da reduzida afluência às urnas em alguns Estados-Membros.

Para mais informações:

Comunicação: Uma Europa que cumpre as suas promessas: Opções institucionais para tornar o trabalho da UE mais eficiente

Recomendação sobre o reforço do caráter europeu e a condução eficiente das eleições de 2019 para o Parlamento Europeu

Relatório da Comissão Europeia sobre as eleições de 2014 para o Parlamento Europeu

Relatório de 2018 sobre as eleições europeias e municipais

Novas orientações da Comissão ajudam Estados-Membros a organizar concursos públicos mais sólidos para projetos financiados pela UE

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A Comissão Europeia publicou hoje novas orientações para ajudar os funcionários das autoridades nacionais, regionais e locais que lidam com fundos da UE a garantir a eficácia e a transparência dos concursos públicos para projetos financiados pela União. As orientações, brevemente disponíveis em todas as línguas, abrangem o processo de A a Z, desde a preparação e publicação dos convites à apresentação de propostas, à seleção e avaliação das propostas e à execução do contrato. Por este motivo, as novas orientações podem também ser úteis fora do âmbito dos fundos da UE. Em cada etapa, as orientações incluem conselhos sobre como evitar erros e informações sobre boas práticas, ligações úteis e modelos. As orientações explicam igualmente a forma de tirar o melhor partido das oportunidades oferecidas pelas diretivas revistas relativas aos contratos públicos, de 2014, ou seja, menos burocracia e mais procedimentos online no sentido de facilitar a participação de pequenas empresas em concursos públicos e a possibilidade de introduzir novos critérios na decisão de adjudicação, por forma a selecionar empresas socialmente responsáveis e inovadoras e produtos respeitadores do ambiente. Os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) canalizam mais de 450 mil milhões de euros para a economia real da UE durante o período de financiamento 2014-2020, sendo metade desse montante investido através de contratos públicos. Os serviços da Comissão prepararam uma infografia sobre as novas orientações e estão disponíveis neste sítio Web mais informações sobre o trabalho da Comissão para auxiliar os Estados-Membros a melhorar a forma de gerir e investir os fundos da UE.

Dois projetos portugueses distinguidos pelo Conselho Europeu de Investigação

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Foram anunciados os 52 vencedores de um concurso de subvenções para a inovação, onde se contam dois projetos portugueses.

As chamadas subvenções «validação do conceito» do Conselho Europeu de Investigação (CEI), no valor de 150 000 euros cada, destinam-se a investigadores que exploram o potencial inovador das suas descobertas científicas, o que os ajudará a trazer os resultados da sua investigação de fronteira mais próximos do mercado. Os vencedores anunciados hoje juntam-se, assim, aos 102 outros que já receberam subvenções em 2017. No total, 160 investigadores irão agora procurar oportunidades de negócio, estabelecer direitos de propriedade intelectual ou testar a viabilidade técnica para provar o seu conceito científico.

Em Portugal, foram distinguidos João Mano da Universidade de Aveiro com o projeto MicroBone, que desenvolve plataformas 3D com plasma rico em plaquetas com vista à criação de micro-tecidos ósseos para modelos de doenças in vitro e José Henrique Fernandes da Fundação D. Anna De Sommer Champalimaud e Dr. Carlos Montez Champalimaud, com o projeto NEURIMM que trata da ativação neuro-imune como nova abordagem terapêutica da IBD.

Os investigadores selecionados poderão, por exemplo, desenvolver novos antibióticos dirigidos a bactérias resistentes aos medicamentos, produzir grafeno para proteger as obras de arte ou fazer tintas termorreguladoras suscetíveis de reduzir o consumo de energia dos edifícios. O orçamento global do concurso era de 24 milhões de euros. Em outubro do ano passado, a Comissão orientou o financiamento da investigação e inovação no sentido de estimular a inovação de vanguarda geradora de mercados.

A Europa já é líder mundial no domínio da ciência e da tecnologia e para a tornar também um importante motor de inovação, a Comissão lançou a primeira fase do Conselho Europeu de Inovação para apoiar investigadores de topo, empreendedores, pequenas empresas e investigadores com ideias brilhantes. O Conselho mobilizará 2,7 mil milhões de euros destinados a apoiar a inovação de alto risco/ganhos elevados. As subvenções «validação do conceito», anunciadas hoje, são concedidas pelo Conselho Europeu de Investigação e fazem parte do programa de investigação e inovação Horizonte 2020.

Mais informações:

Dois projetos portugueses distinguidos pelo Conselho Europeu de Investigação

Foram hoje anunciados os 52 vencedores de um concurso de subvenções para a inovação, onde se contam dois projetos portugueses.

As chamadas subvenções «validação do conceito» do Conselho Europeu de Investigação (CEI), no valor de 150 000 euros cada, destinam-se a investigadores que exploram o potencial inovador das suas descobertas científicas, o que os ajudará a trazer os resultados da sua investigação de fronteira mais próximos do mercado. Os vencedores anunciados hoje juntam-se, assim, aos 102 outros que já receberam subvenções em 2017. No total, 160 investigadores irão agora procurar oportunidades de negócio, estabelecer direitos de propriedade intelectual ou testar a viabilidade técnica para provar o seu conceito científico.

Em Portugal, foram distinguidos João Mano da Universidade de Aveiro com o projeto MicroBone, que desenvolve plataformas 3D com plasma rico em plaquetas com vista à criação de micro-tecidos ósseos para modelos de doenças in vitro e José Henrique Fernandes da Fundação D. Anna De Sommer Champalimaud e Dr. Carlos Montez Champalimaud, com o projeto NEURIMM que trata da ativação neuro-imune como nova abordagem terapêutica da IBD.

Os investigadores selecionados poderão, por exemplo, desenvolver novos antibióticos dirigidos a bactérias resistentes aos medicamentos, produzir grafeno para proteger as obras de arte ou fazer tintas termorreguladoras suscetíveis de reduzir o consumo de energia dos edifícios. O orçamento global do concurso era de 24 milhões de euros. Em outubro do ano passado, a Comissão orientou o financiamento da investigação e inovação no sentido de estimular a inovação de vanguarda geradora de mercados.

A Europa já é líder mundial no domínio da ciência e da tecnologia e para a tornar também um importante motor de inovação, a Comissão lançou a primeira fase do Conselho Europeu de Inovação para apoiar investigadores de topo, empreendedores, pequenas empresas e investigadores com ideias brilhantes. O Conselho mobilizará 2,7 mil milhões de euros destinados a apoiar a inovação de alto risco/ganhos elevados. As subvenções «validação do conceito», anunciadas hoje, são concedidas pelo Conselho Europeu de Investigação e fazem parte do programa de investigação e inovação Horizonte 2020.

Mais informações:

Comissão publica orientações sobre novas regras de proteção de dados

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A Comissão publica orientações destinadas a facilitar uma aplicação direta e harmoniosa das novas regras de proteção de dados em toda a UE a partir de 25 de maio. Além disso, a Comissão lança uma nova ferramenta em linha dedicada às PME.

A pouco mais de 100 dias da data fixada para a aplicação da nova lei, estas orientações definem o que a Comissão Europeia, as autoridades nacionais de proteção de dados e as administrações nacionais devem ainda fazer para se alcançar um bom resultado.

Embora o novo regulamento preveja um conjunto único de regras diretamente aplicáveis em todos os Estados-Membros, continuará a necessitar de ajustamentos significativos em certos aspetos, como alterações a regras nacionais existentes ou a criação do Comité Europeu para a Proteção de Dados pelas autoridades responsáveis pela proteção de dados. As orientações recordam as principais inovações e as oportunidades criadas pelas novas regras, fazem o balanço dos trabalhos preparatórios já empreendidos e definem o que deve ainda ser feito pela Comissão Europeia, pelas autoridades nacionais de proteção de dados e pelas administrações nacionais.

Andrus Ansip, Vice-Presidente da Comissão Europeia responsável pelo Mercado Único Digital, afirmou: «O nosso futuro digital só pode assentar na confiança. A privacidade de todos os cidadãos tem de ser salvaguardada. As regras reforçadas de proteção de dados da UE tornar-se-ão realidade em 25 de maio. Trata-se de um importante passo e estamos empenhados em contribuir para que seja um sucesso para todos.»

Věra Jourová, Comissária Europeia responsável pela Justiça, Consumidores e Igualdade de Género, acrescentou: No mundo atual, a forma de gerir os dados determinará, em grande medida, o nosso futuro económico e a nossa segurança pessoal. Precisamos de regras modernas para responder aos novos riscos e apelamos, portanto, a que os governos da UE, as autoridades e as empresas aproveitem o tempo restante para fazerem os preparativos necessários para o grande dia.»

Comissão apela a que os governos da UE estejam preparados e disponibiliza apoio

Desde a adoção do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, em maio de 2016, a Comissão tem colaborado ativamente com todas as partes interessadas — governos, autoridades nacionais, empresas, sociedade civil — para preparar a aplicação das novas regras.

Os preparativos estão a avançar a ritmos diferentes nos vários Estados-Membros. Nesta fase, apenas dois já adotaram legislação nacional relevante. Os Estados-Membros devem acelerar a adoção de legislação nacional e garantir que as novas medidas estão em conformidade com o regulamento. Deverão igualmente assegurar que as respetivas autoridades nacionais sejam dotadas dos recursos financeiros e humanos necessários para garantir a sua independência e eficiência.

A Comissão consagra 1,7 milhões de euros para financiar as autoridades de proteção de dados, mas também para assegurar a formação de profissionais na área da proteção de dados. Estão disponíveis 2 milhões de euros adicionais para apoiar as autoridades nacionais em campanhas de sensibilização junto das empresas, em especial das PME.

Novo instrumento em linha para apoiar a aplicação prática

O conhecimento das vantagens e oportunidades oferecidas pelas novas regras não é difundido de modo homogéneo. Em particular, assinala-se a necessidade de melhorar a sensibilização e de acompanhar os esforços de cumprimento por parte das PME.

A Comissão lança hoje um novo instrumento prático em linha para ajudar os cidadãos, as empresas, em particular as PME, e outras organizações a cumprir as suas obrigações e a beneficiar das novas regras de proteção de dados.

A Comissão participará igualmente em eventos organizados nos Estados-Membros, para ajudar os intervenientes nos seus esforços de preparação e informar os cidadãos sobre o impacto do regulamento.

Recordar as principais inovações e as novas oportunidades

O Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados permite o livre fluxo de dados em todo o Mercado Único Digital. Permitirá uma maior proteção da privacidade dos cidadãos europeus e reforçará a confiança e a segurança dos consumidores, ao mesmo tempo que abre novas oportunidades para as empresas, em especial para as de menor dimensão.

As orientações recordam os principais elementos das novas regras de proteção de dados:

  • Um conjunto único de regras para todo o continente que garanta segurança jurídica às empresas e o mesmo nível de proteção dos dados dos cidadãos em toda a UE.
  • Aplicam-se as mesmas regras a todas as empresas que prestam serviços na UE, mesmo que essas empresas tenham sede em países terceiros.
  • Novos direitos e mais fortes para os cidadãos: reforço do direito à informação, do direito de acesso e do direito a ser esquecido. Um novo direito à portabilidade dos dados permitirá aos cidadãos transferir os seus dados de uma empresa para outra. Tal afigura-se como uma nova oportunidade de negócio para as empresas.
  • Maior proteção contra violações de dados: uma empresa que seja alvo de uma violação de dados que coloque as pessoas em risco tem de notificar a autoridade de proteção de dados no prazo de 72 horas.
  • Regras severas e coimas dissuasoras: todas as autoridades de proteção de dados terão a possibilidade de aplicar multas até 20 milhões de euros ou, no caso de uma empresa, de 4 % do seu volume anual de negócios a nível mundial.

Próximas etapas

Antecipando o dia 25 de maio, a Comissão continuará a apoiar ativamente os Estados-Membros, as autoridades responsáveis pela proteção dos dados e as empresas para assegurar que a reforma está pronta a entrar em vigor. A partir de maio de 2018, passará a acompanhar a forma como os Estados-Membros aplicam as novas regras, adotando medidas adequadas sempre que necessário. Um ano após a entrada em vigor do regulamento (2019), a Comissão organizará um evento onde se fará o balanço das experiências das diferentes partes interessadas na aplicação do regulamento. Estes dados serão também tidos em conta no relatório que a Comissão tem de apresentar, até maio de 2020, sobre a avaliação e revisão do regulamento.

Contexto

Em 6 de abril de 2016, a UE acordou uma importante reforma do seu quadro de proteção de dados, mediante a adoção do pacote de reforma de proteção dos dados, que inclui o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), que substitui uma Diretiva com vinte anos. Em 25 de maio de 2018, passam a ser aplicáveis as novas regras em matéria de proteção de dados a nível da UE, dois anos após a sua adoção e entrada em vigor.

Em janeiro de 2017, a Comissão propôs alinhar as regras aplicáveis às comunicações eletrónicas (privacidade eletrónica) pelas novas normas reconhecidas internacionalmente previstas no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da UE. Em setembro de 2017, a Comissão propôs um novo conjunto de regras para reger a livre circulação de dados não pessoais na UE. Juntamente com as regras já existentes para os dados pessoais, as novas medidas irão permitir o armazenamento e tratamento de dados não pessoais em toda a União, a fim de estimular a competitividade das empresas europeias e modernizar os serviços públicos. Ambas as propostas têm ainda de ser adotadas pelo Parlamento Europeu e pelos Estados-Membros.

Para mais informações:

Orientações da Comissão

Perguntas e respostas

Instrumento em linha

Fichas informativas:

Melhor regulamentação para as empresas europeias

Melhores direitos em matéria de proteção de dados para os cidadãos europeus

Próximas etapas antes de 25 de maio

Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados: assegurar a sua execução

Aplicação adequada da reforma da proteção de dados: um esforço concertado

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

Lisboa, 25 de janeiro de 2018

Presidente e Comissários europeus no Fórum Económico Mundial de Davos 2018 (2)

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A edição de 2018 doFórum Económico Mundial de Davos, sob o tema «Criar um futuro partilhado num mundo fraturado», conta com a presença do Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e com o Comissário europeu Carlos Moedas entre os mais de 2 500 líderes de empresas, governos, organizações internacionais, sociedade civil, academia, imprensa e artes.

Jean-Claude Juncker decidiu participar este ano - pela primeira vez na qualidade de Presidente da Comissão Europeia - porque a edição do encontro em Davos este ano será muito focada na Europa e no seu papel global. O Presidente tem reuniões bilaterais com Klaus Martin Schwab, com Bill Gates e com Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, e faz um discurso à plenária no dia 25 de janeiro às 10h00 (hora de Lisboa).

Com a participação de muitos líderes da UE, o Fórum de Davos coloca a Europa no centro das discussões este ano e o tema enquadra-se bem com os esforços da Comissão Juncker para fortalecer a UE, para a tornar mais unida, mais democrática e mais capaz de tirar partido da globalização. A publicação 'Europe is back' lançada hoje pelo Centro Europeu de Estratégia Política sublinha dados essenciais da UE e dos resultados desses esforços – pode encontrá-la em https://ec.europa.eu/epsc/publications/other-publications/europe-back_en

No Fórum, que decorre entre 23 e 26 de janeiro em Davos-Klosters, Suíça, participam ainda os Vice‑Presidentes da Comissão Europeia Jyrki Katainen (24-26/01) e Maroš Šefčovič (23-25/01), os Comissários europeus Johannes Hahn (24-26/01), Cecilia Malmström (24-26/01), Pierre Moscovici (24-26/01) e Günther Oettinger (24-26/01), e o negociador principal para o Brexit, Michel Barnier.

O Comissário Carlos Moedas, responsável pela Investigação, Ciência e Inovação,é orador em várias sessões sobre a revolução industrial, a Inteligência Artificial, a Internet das coisas, cibersegurança, os benefícios da transformação digital, a energia sustentável e, em particular, sobre o papel da inovação nestas áreas. Destaque para a sessão "Agile Governance in the Fourth Industrial Revolution", a 25 de janeiro às 17h00 (hora de Lisboa), e para o debate sobre o papel da investigação fundamental na presença de Jean-Pierre Bourguignon, Presidente do Conselho Europeu de Investigação (ERC) e de Ben Feringa, prémio Nobel de química (2016) e bolseiro do ERC. Carlos Moedas reúne ainda com Paddy Cosgrave (CEO do Web Summit), com Johann Schneider-Ammann (Ministro suíço), com Sheryl Sandberg (COO da Facebook) e com presidentes e CEO de várias empresas, nomeadamente a Nestlé, a HP e a AT&T.

Contacto para jornalistas:

  • Delegação da Comissão Europeia no Fórum Económico Mundial de Davos e Presidente Jean-Claude Juncker: Natasha Bertaud,Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ; +32 460 76 74 56
  • Comissário Carlos Moedas: Alfredo Sousa; Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ; +32 460 757 628

Os meios de comunicação social podem ter acesso gratuitamente a imagens da participação do Presidente e dos Comissários em: https://ec.europa.eu/avservices/ebs/live.cfm?page=1

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

Lisboa, 22 de janeiro de 2018

800

Discurso sobre

o Estado da União Europeia

do Presidente Juncker


  HORÁRIO

Segunda a Sexta
9h00 - 12h30

13h30 - 18h00 


CONTACTOS

Av. Dr. Nicolau Carneiro, 196

4590-512 Paços de Ferreira

T. +351 255 147 314

     +351 916 096 155 

Email: europedirect@profisousa.pt


Se já contactou um Centro Europe Direct, p.f. avalie aqui  a sua atuação. 

 

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