Notícias
Photo Photo Photo Photo

Volta de Apoio ao Emprego em Felgueiras

grande2.jpg

 

Volta de Apoio ao Emprego esteve ontem, dia 24 de Outubro, no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Uma sessão bastante informativa, onde perante uma plateia repleta de, na sua maioria, jovens estudantes universitários, a Prof. Doutora Dorabela Gamboa, Presidente da ESTG, conduziu a abertura dos trabalhos realçando a importância deste tipo de iniciativas para o auxilio à empregabilidade dos jovens. Seguiu-se a comunicação da Dra. Ana Luísa Pimentel (Rede Eures, IEFP), intitulada “Rede EURES - mobilidade profissional na Europa” onde o auditório ficou a conhecer as ferramentas que a "Rede EURES" tem disponíveis para o apoio na busca de um emprego fora de Portugal. A oradora seguinte, a Dra. Zélia Dias do Centro de Informação Europeia Jacques Delors, apresentou à plateia, sob o mote “Estágios e empregos na União Europeia”, uma panóplia de possibilidades que se encontram à disposição na área dos estágios em instituições europeias, assim como as formas de execução de candidaturas e de preparação para entrevistas. A moderação esteve a cargo da Prof. Doutora Teresa Barros do GRI (Gabinete de Relações Internacionais, ESTG), que realizou a gestão das perguntas e respostas que foram surgindo por parte do público presente.

 

grande_4.jpggrande_3.jpg

 

A encerrar a sessão, o Dr. Telmo Pinto, Primeiro-Secretário da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, discursou sobre a importância da cooperação interinstitucional, abordando igualmente a necessidade de cultivar na sociedade os valores europeus na preparação para os desafios que enfrenta a Europa contemporânea e na construção de um futuro melhor.   

Esta iniciativa foi realizada em parceria entre o "Centro de Informação Europe Direct - Tâmega, Sousa e Alto Tâmega", a "Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa" e a "Escola Superior de Tecnologia e Gestão, IPP", através do seu Gabinete de Relações Internacionais (GRI).

 

Grande.jpg

Volta de Apoio ao Emprego de Felgueiras - 2018

Felgueiras VAE-2018

Já no próximo dia 24 de outubro, pelas 14h30, a Volta de Apoio ao Emprego passará pelo concelho de Felgueiras onde é organizada em estreita parceria com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e Escola Superior de Tecnologia e Gestão, IPP, através do seu Gabinete de Relações Internacionais (GRI).

A Volta de Apoio ao Emprego de Felgueiras terá lugar no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão e conta com o seguinte programa:

14h30 ABERTURA

Prof. Doutora Dorabela Gamboa| Presidente da ESTG

14h45 INÍCIO DOS TRABALHOS

“Rede EURES - mobilidade profissional na Europa”

Dra. Ana Luísa Pimentel | Rede Eures, IEFP

“Estágios e empregos na União Europeia”

Dra. Zélia Dias | Centro de Informação Europeia Jacques Delors

Erasmus+ | Juventude em Ação | Corpo Europeu de Solidariedade

”Programas de mobilidade internacional e empregabilidade”

Prof. Doutora Teresa Barros | GRI - Gabinete de Relações Internacionais, ESTG

16h00 PERGUNTAS E RESPOSTAS         

16h30 ENCERRAMENTO

Dr. Telmo Pinto | Primeiro-Secretário da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa

A Volta de Apoio ao Emprego é uma iniciativa da Representação da Comissão Europeia em Portugal, organizada através da rede de Centros de Informação Europe Direct, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) no âmbito da Rede Europeia de Emprego EURES.

Para saber mais sobre esta iniciativa e conhecer os locais por onde vai passar, consulte a página: http://www.vae.pt/

A sexta edição da Volta do Apoio ao Emprego em Portugal já começou em março, havendo já mais de 20 sessões programadas em todo o país.

Nas sessões da Volta de Apoio ao Emprego são apresentadas soluções para melhorar a empregabilidade através de formação profissional, estágios ou experiência internacional de voluntariado, sugestões para aumentar a probabilidade de sucesso de uma candidatura e formas de aceder a mais de dois milhões de empregos disponíveis a nível europeu através do Portal Europeu da Mobilidade Profissional - EURES.

As sessões contam com a participação de várias entidades e agências responsáveis pela implementação de iniciativas e programas europeus como o Erasmus+, a Garantia Jovem ou o Europass, bem como de universidades locais e associações empresariais.

Declaração conjunta: votação do Parlamento Europeu sobre as novas regras da UE destinadas a facilitar o livre fluxo de dados não pessoais

ciberataque-hacker-4

O Parlamento Europeu adotou hoje um Regulamento relativo ao livre fluxo de dados não pessoais, proposto pela Comissão Europeia em setembro de 2017. O vice-presidente responsável pelo Mercado Único Digital Andrus Ansip e a comissária da Economia e Sociedade Digitais, Mariya Gabriel, congratulam-se com o resultado numa declaração conjunta:

«Congratulamo-nos com a votação de hoje no Parlamento Europeu. Uma economia e sociedade digitais não podem existir sem os dados e este regulamento conclui mais um pilar importante do Mercado Único Digital. Será apenas com a livre circulação dos dados que a Europa poderá aproveitar em pleno as oportunidades oferecidas pelo progresso e tecnologias digitais como a inteligência artificial e os supercomputadores.

Este regulamento permite aos dados não pessoais aquilo que o Regulamento Geral Proteção de Dados permitiu aos dados pessoais: a circulação livre e segura em toda a União Europeia. 

Com esta votação, o Parlamento Europeu enviou um sinal claro a todas as empresas europeias: não importa onde os dados são armazenados ou tratados na UE: os requisitos de localização dos dados nos Estados-Membros são uma coisa do passado. 

As novas regras dão um forte impulso à Economia Europeia dos Dados, na medida em que, para as empresas europeias em fase de arranque e PME, abre a possibilidade de criação de novos serviços através da inovação transnacional de dados. Poderá conduzir a um crescimento de 4 % - ou 739 mil milhões de EUR - do PIB da UE até 2020. 

Em conjunto com o Regulamento Geral Proteção de Dados, o Regulamento relativo ao livre fluxo de dados não pessoais permitirá à UE beneficiar em pleno da economia mundial assente em dados atual e futura.» 

Contexto

Desde a adoção da Comunicação sobre a Economia Europeia dos Dados em janeiro de 2017 como parte da Estratégia para o Mercado Único Digital, a Comissão realizou uma consulta pública em linha, organizou diálogos estruturados com os Estados-Membros e realizou vários seminários com a participação de diferentes partes interessadas. Estas iniciativas de recolha de informações suscitaram a publicação de uma avaliação de impacto.

Em 19 de junho de 2018, a Comissão Europeia, o Conselho da UE e o Parlamento Europeu chegaram a um acordo político provisório sobre o Regulamento relativo à livre circulação de dados não pessoais.

O regulamento destina-se a eliminar os obstáculos à livre circulação de dados não pessoais. Após a aprovação de hoje no Parlamento Europeu, o Conselho da União Europeia adotará o regulamento nas próximas semanas, antes de entrar em vigor, até ao final do ano. Após a adoção formal, os Estados-Membros dispõem de seis meses para aplicar as novas regras.

O Regulamento relativo ao livre fluxo de dados não pessoais não tem incidência na aplicação do Regulamento Geral Proteção de Dados (RGPD), uma vez que não abrange os dados pessoais. No entanto, os dois regulamentos funcionarão em conjunto a fim de permitir o livre fluxo de dados — pessoais e não pessoais — criando assim um espaço único europeu de dados. No caso de um conjunto misto de dados, as disposições do Regulamento Geral Proteção de Dados que garantem a livre circulação de dados pessoais serão aplicáveis à componente de dados pessoais do conjunto e o princípio do livre fluxo de dados não pessoais será aplicável à componente não pessoal.

Para mais informações:

Ficha informativa: Livre circulação de dados

Perguntas e respostas: Um quadro para o livre fluxo de dados não pessoais na UE

Ficha informativa: Criação de um Mercado Único Digital, ações da Comissão Europeia desde 2015

Eurobarómetro: 4 de cada 5 cidadãos da UE apoia a presença do setor privado na cooperação para o desenvolvimento

cog-wheels-2125169 640

O último inquérito do Eurobarómetro revela que os cidadãos da UE creem cada vez mais que o setor privado tem um papel importante a desempenhar no desenvolvimento internacional e consideram a cooperação para o desenvolvimento como um meio de combater a migração irregular.

 

«Os cidadãos europeus apoiam os nossos esforços no sentido de incentivar o investimento privado na cooperação para o desenvolvimento, de alcançar a igualdade de género e de combater as causas profundas da migração irregular. Este facto mostra que a nossa proposta de aprofundar as nossas relações económicas com África, incidindo sobre o investimento privado, é bem vista pelos cidadãos. Devemos encarar isto como um convite para envidar mais esforços no domínio do desenvolvimento, e sem demora!», afirmou o Comissário para a Cooperação Internacional e Desenvolvimento, Neven Mimica.

 

Principais conclusões:

 

  • Forte apoio global à cooperação para o desenvolvimento

 

89 % dos inquiridos apoia que se ajude as pessoas dos países em desenvolvimento. Em comparação com 2016, um maior número de pessoas crê agora que a cooperação financeira deve ser aumentada. Mais de três quartos dos inquiridos em todos os Estados-Membros da UE consideram que a UE deve manter a sua promessa sobre o montante da ajuda que concede aos países em desenvolvimento.

 

  • A igualdade de género é uma prioridade importante

 

O apoio à igualdade de género é ainda mais elevado: quase nove em cada dez inquiridos consideram que deve ser uma prioridade da política de desenvolvimento da UE. Mais concretamente, desejam que se concentrem os esforços no combate à violência contra as mulheres e as raparigas (78 %), na luta contra a discriminação contra as mulheres (63 %), e em garantir às mulheres e raparigas o acesso à educação (61 %).

 

  • Luta contra a migração irregular

 

7 de cada 10 inquiridos são da opinião que proporcionar assistência financeira aos países em desenvolvimento constitui um meio eficaz para fazer face à migração irregular. Em comparação com 2016, este ponto de vista obteve o apoio das pessoas em 14 países — especialmente em Malta, na Grécia e na Bulgária.

 

Quando convidados a definir os desafios mais prementes para os países em desenvolvimento, as questões mais frequentemente mencionadas foram a paz e a segurança (37 %), a educação (35 %) e a saúde (33 %). A migração figura como o 10.º desafio mais premente (10 %). Estes números indicam uma tendência global estável desde 2010.

 

A nível pessoal, mais de metade dos europeus sentem que a sua ação pode fazer a diferença no domínio do desenvolvimento — por exemplo, mediante doações a organizações sem fins lucrativos, fazendo escolhas éticas quando fazem compras ou realizando trabalho de voluntariado.

 

Quando inquiridas se a luta contra a pobreza nos países em desenvolvimento deve ser uma prioridade da UE, as pessoas interrogadas em 26 países - e, em geral, 7 de cada 10 europeus - responderam favoravelmente. Em contrapartida, os letões e os estónios parecem ser mais céticos em relação à cooperação para o desenvolvimento. Dos 28 países da UE, apenas a República Checa e a Estónia não consideram que a política de desenvolvimento é uma forma eficaz de combater a pobreza nos países em desenvolvimento.

 

Para mais informações

Pode consultar aqui fichas informativas específicas por país nas línguas nacionais de todos os Estados-Membros da UE, infografias em todas as línguas da UE, fichas informativas sobre os resultados globais da UE e sobre os jovens enquanto grupo-alvo.

Iniciativas de cidadania europeia: Comissão regista a iniciativa «Alto à fraude e ao abuso nos fundos da UE»

comm banner pt

O Colégio de Comissários decidiu hoje registar uma Iniciativa de Cidadania Europeia intitulada «Alto à fraude e ao abuso nos fundos da UE».

 

A proposta de Iniciativa de Cidadania solicita a aplicação de controlos reforçados e sanções mais severas nos Estados-Membros que não fazem parte da Procuradoria Europeia para proteger os interesses financeiros da União.

 

A Decisão do Colégio observa que as declarações de apoio devem ser recolhidas na assunção de que apoiarão propostas que não estabelecem distinção entre os Estados-Membros apenas em função da sua participação ou não na Procuradoria Europeia. Tal deve-se ao facto de, ao abrigo dos Tratados, os atos jurídicos não poderem estabelecer uma diferença entre os Estados-Membros unicamente com base na sua participação ou não participação na cooperação reforçada. Podem, contudo, fazê-lo quando objetivamente se justifique, por exemplo quando existem diferentes níveis de proteção dos interesses financeiros da União.

 

A decisão de registo da iniciativa tomada pela Comissão diz respeito unicamente à admissibilidade jurídica da proposta. Nesta fase, a Comissão ainda não analisou a substância da proposta.

 

O registo da iniciativa terá lugar em 27 de setembro de 2018, dando início a um processo com a duração de um ano para a recolha de assinaturas de apoio pelos seus organizadores. Se, no período de um ano, a iniciativa receber um milhão de declarações de apoio provenientes de, pelo menos, sete Estados-Membros diferentes, a Comissão disporá de um prazo de três meses para se pronunciar sobre a mesma. A Comissão pode decidir dar ou não seguimento ao pedido, devendo, em qualquer dos casos, motivar a sua decisão.

 

Contexto

 

Previstas no Tratado de Lisboa, as iniciativas de cidadania europeia foram lançadas em abril de 2012, para proporcionarem aos cidadãos a possibilidade de influenciarem a agenda política, com a entrada em vigor do regulamento sobre a iniciativa de cidadania europeia, que dá execução às disposições do Tratado.

 

Após ter sido oficialmente registada, uma iniciativa de cidadania europeia permite que um milhão de cidadãos oriundos de, pelo menos, um quarto dos Estados-Membros da UE convidem a Comissão Europeia a apresentar propostas legislativas nos domínios da sua competência.

 

Segundo as condições de admissibilidade previstas no regulamento sobre a iniciativa de cidadania europeia, a ação proposta não pode estar manifestamente fora da competência da Comissão para apresentar uma proposta de ato jurídico, não pode ser manifestamente abusiva, frívola ou vexatória, nem pode ser manifestamente contrária aos valores da União.

 

Para mais informações:

 

Texto integral da proposta de iniciativa de cidadania europeia «Alto à fraude e ao abuso nos fundos da UE» (ativa a partir de 27 de setembro)

 

Outras iniciativas atualmente em fase de recolha de assinaturas

 

Sítio Web das Iniciativas de Cidadania Europeia

 

Regulamento sobre a iniciativa de cidadania europeia

Fórum sobre a iniciativa de cidadania europeia

 bola.png

  


  HORÁRIO

Segunda a Sexta
9h00 - 12h30

  13h30 - 18h00 


CONTACTOS

Av. Dr. Nicolau Carneiro, 196

4590-512 Paços de Ferreira

T. +351 255 147 314

     +351 916 096 155 

Email: europedirect@profisousa.pt

Facebook

Instagram 

Twitter


voting_EU_FBpost_PT.jpg

 

Se já contactou um Centro Europe Direct, p.f. avalie aqui  a sua atuação.