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A UE e a Austrália dão início a negociações com vista à celebração de um amplo acordo comercial

UE AUA comissária responsável pelo Comércio, Cecilia Malmström, juntamente com o primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull e o ministro australiano do Comércio, Steven Ciobo, lançaram hoje oficialmente as negociações para um acordo comercial abrangente e ambicioso entre a UE e a Austrália, na capital australiana, Camberra.

O objetivo das negociações é eliminar os obstáculos ao comércio de mercadorias e serviços, criar oportunidades para as pequenas e grandes empresas, bem como estabelecer regras ambiciosas em consonância com outros acordos comerciais da UE, que contribuam para definir a configuração do comércio mundial.

A abertura das negociações com a Austrália faz parte da agenda da UE para um comércio aberto e justo. Segue-se à conclusão das negociações com o Japão no ano passado e com o México na primavera, bem como à entrada em vigor do acordo comercial entre a UE e o Canadá em setembro do ano passado. O futuro acordo entre a UE e a Austrália permitirá consolidar ainda mais a ação da UE na região Ásia-Pacífico.

A comissária responsável pelo Comércio, Cecilia Malmström, afirmou: «Congratulo-me por poder incluir a Austrália no círculo cada vez maior de parceiros comerciais que partilham a nossa visão. Nestes tempos difíceis, é encorajador ver que a Austrália partilha o nosso compromisso a favor de uma agenda comercial positiva e da ideia de que os acordos comerciais de qualidade constituem um cenário vantajoso para ambas as partes. Estas negociações saldar-se-ão num acordo que oferece claras vantagens, tanto para a UE como para a Austrália. Irá impulsionar oportunidades económicas para as empresas, grandes e pequenas, e criar emprego.»

No seguimento do anúncio de hoje, a primeira ronda oficial de negociações entre as equipas de negociadores de ambas as partes terá lugar em Bruxelas, de 2 a 6 de julho.

A Austrália é uma das economias desenvolvidas do mundo em mais rápido crescimento. Negociou recentemente uma parceria transpacífica abrangente e progressiva (CPTPP) com 10 outros países da região do Pacífico. O futuro acordo UE-Austrália irá permitir que as empresas europeias possam beneficiar de condições equitativas de concorrência em relação a empresas de países com os quais a Austrália já celebrou acordos comerciais.

A UE é já o segundo maior parceiro comercial da Austrália. O comércio bilateral de mercadorias entre a UE e a Austrália tem vindo a aumentar de forma constante nos últimos anos, tendo atingido quase 48 mil milhões de euros no ano passado. Os setores que representam a maior parte das exportações da UE para a Austrália são equipamentos de transporte, máquinas e aparelhos, produtos químicos, géneros alimentícios e serviços. O comércio bilateral de serviços ascende a cerca de 28 mil milhões de euros. O acordo poderá aumentar em mais de um terço o comércio de mercadorias entre ambas as partes. Encontram-se disponíveis em linha informações sobre as negociações, incluindo fichas de informação, exemplos de histórias de sucesso de pequenos exportadores, estatísticas e outros documentos.

Visita da comissária Malmström à Austrália

Por ocasião da sua visita à Austrália, a comissária reunir-se-á também com o governador-geral da Austrália, Peter Cosgrove; a ministra dos Negócios Estrangeiros, Julie Bishop; o ministro da Agricultura, David Littleproud; bem como com membros da oposição. Hoje, assegura igualmente, na Australian National University, a conferência Schuman 2018 intiulada UE-Austrália: Uma aliança global para o comércio.

A comissária Malmström participa numa mesa-redonda com empresas australianas e vai encontrar-se com empresas europeias que desenvolvem atividades na Austrália. Com o embaixador da UE, Michael Pulch, a comissária terá igualmente a oportunidade de se reunir com membros da sociedade civil australiana, incluindo representantes das organizações de combate às alterações climáticas e de defesa dos direitos humanos, dos sindicatos e do mundo académico.

Terça-feira, em Sydney, deslocar-se-á à sede da Cicada Innovations, uma incubadora de empresas de alta tecnologia em fase de arranque, onde visitará as jovens empresas com atividades em domínios como a robótica, as tecnologias sem fios de nova geração e material médico.

Após a sua visita à Austrália, a comissária Malmström deslocar-se-á a Wellington, onde na quinta-feira (21 de junho) irá dar início às negociações comerciais entre a UE e a Nova Zelândia.

Contexto

Em 22 de maio, o Conselho da União Europeia adotou uma decisão em que autoriza a abertura de negociações tendo em vista a celebração de um acordo comercial entre a UE e a Austrália.

Até à data, as relações comerciais e económicas entre a UE e a Austrália têm decorrido no âmbito do quadro de parceria UE-Austrália de 2008.

Para mais informações

Vídeo e fotografias da visita, incluindo a conferência de imprensa, reuniões e visitas às empresas

As negociações comerciais entre a UE e a Austrália - Sítio específico

Ficha informativa

Histórias de sucesso de exportadores

 

Inquérito Eurobarómetro Standard da primavera de 2018: A um ano das eleições europeias, a confiança na União e o otimismo quanto ao futuro estão a aumentar

EP ElectionsSegundo um inquérito do Eurobarómetro publicado hoje, a maioria dos europeus considera que a situação da economia é boa e está otimista quanto ao futuro. A confiança na União está a aumentar e o apoio à União Económica e Monetária atingiu o seu nível mais elevado.

 

Cada vez mais cidadãos sentem que as principais políticas da União lhes trouxeram benefícios e dois terços dos europeus defendem uma UE forte no que toca ao comércio. Por último, a maioria dos europeus tem uma imagem positiva da UE e a percentagem de pessoas que consideram que a sua voz conta atingiu o seu nível mais elevado desde 2004. Estes são alguns dos principais resultados do último inquérito Eurobarómetro Standard realizado entre 17 e 28 de março e publicado hoje.

 

1. Otimismo em relação à economia e forte apoio ao euro

 

Os europeus continuam a ter uma opinião positiva sobre a situação da economia europeia (50 %, +2 pontos percentuais desde o outono de 2017, contra 37 %, -2 pontos, com uma opinião negativa); esta pontuação é a mais elevada desde 2007. Em 25 Estados-Membros, a maioria dos inquiridos afirma que a situação da economia europeia é boa (contra 23 Estados-Membros no outono de 2017). Desde o outono de 2017, a perceção positiva conquistou terreno em 21 Estados-Membros.

 

Pela primeira vez desde a primavera de 2007, as opiniões positivas sobre a situação da economia nacional (49 %, +1 ponto) superam as opiniões negativas (47 %, -2 pontos). Desde o outono de 2017, a perceção positiva da situação económica aumentou em 18 Estados-Membros, liderados por Portugal (43 %, +10 pontos), Irlanda (79 %, +7 pontos), Finlândia (77 %, +6 pontos) e Lituânia (38 %, +6 pontos). As perceções variam entre os Estados-Membros. Assim, por exemplo, 93 % dos inquiridos nos Países Baixos e no Luxemburgo consideram que a situação da sua economia nacional é boa, enquanto na Grécia apenas 2 % são dessa opinião.

 

O apoio à União Económica e Monetária e ao euro mantém-se a um nível recorde: três quartos dos inquiridos (74 %) na zona euro são a favor da moeda única da União Europeia.

 

2. A confiança na União Europeia está a aumentar

 

A confiança na UE está a aumentar, tendo atingido 42 % (+1 ponto), o seu nível mais alto desde o outono de 2010. Em 15 Estados-Membros, a maioria dos inquiridos confia na UE. Os níveis de confiança mais elevados foram registados na Lituânia (66 %), em Portugal e na Dinamarca (ambos com 57 %) e no Luxemburgo e na Bulgária (56 % em ambos os casos). Desde o outono de 2017, a confiança na UE ganhou terreno em 19 países, em especial Portugal (57 %, +6 pontos percentuais) e Eslovénia (44 %, +6 pontos), embora tenha diminuído em seis países, sobretudo na Bélgica (47 %, -6 pontos percentuais), na Hungria (44 %, -5 pontos) e na Eslováquia (44 %, -4 pontos).

 

40 % dos europeus têm uma imagem positiva da UE (37 % têm uma imagem neutra e apenas 21 % têm uma imagem negativa). A imagem é positiva em 15 Estados-Membros e as percentagens mais elevadas foram observadas na Irlanda (64 %), Bulgária e Portugal (ambos com 56 %) e Luxemburgo (54 %).

 

A confiança na UE continua a ser mais elevada do que a confiança nos governos ou parlamentos nacionais. 42 % dos europeus confiam na União Europeia, ao passo que 34 % confiam nos respetivos parlamentos e governos nacionais.

 

Uma maioria de europeus mostra-se otimista quanto ao futuro da UE (58 %, +1 ponto). Esse otimismo observa-se em todos os Estados-Membros menos dois: a Grécia (onde, apesar de um aumento de 5 pontos percentuais no nível de otimismo, 53% estão «pessimistas», contra 42% de «otimistas») e o Reino Unido (48% contra 43%). O otimismo é mais elevado na Irlanda (84 %), Portugal (71 %), Luxemburgo (71 %), e Malta, Lituânia e Dinamarca (os três com 70 %). No extremo inferior da escala, encontram-se a França (48 %), Chipre e a Itália (ambos com 54 %).

 

«A livre circulação de pessoas, bens e serviços na UE» e «a paz entre os Estados-Membros da UE» são vistos como os dois resultados mais positivos da UE, respetivamente por 58 % e 54 % de europeus. Por último, 70 % dos europeus sentem que são cidadãos da UE. Pela primeira vez desde a primavera de 2010, esta opinião é partilhada por uma maioria em todos os Estados-Membros.

 

3. Migração e terrorismo no topo das preocupações dos europeus

 

A imigração é o maior desafio que a União enfrenta atualmente (38 %, -1 ponto). O terrorismo vem em segundo lugar (29%, -9 pontos), ainda à frente da situação económica (18 %, +1 ponto), do estado das finanças públicas dos Estados-Membros (17 %, +1 ponto) e do desemprego (14 %, +1 ponto).

 

A nível nacional, as principais preocupações continuam a ser o desemprego (25 %, inalterado), a saúde e segurança social (23 %, +3 pontos) e a imigração (21 %, -1 ponto). Saúde e segurança social atingem um novo recorde, ocupando agora o segundo lugar pela primeira vez desde a primavera de 2007.

 

4. Os europeus sentem os benefícios das políticas e das realizações da União

 

Comparando com a primavera de 2014, é agora maior o número de cidadãos que consideram ter beneficiado de iniciativas importantes da União, como a abolição ou redução dos controlos nas fronteiras para as viagens ao estrangeiro (53 %, +1 ponto), a diminuição do preço das chamadas quando se utiliza um telemóvel noutro país da UE (48 %, +14 pontos), o reforço dos direitos dos consumidores quando se compram produtos ou serviços noutro país da UE (37 %, +13 pontos) ou a melhoria dos direitos dos passageiros dos transportes aéreos (34 %, +12 pontos).

 

Por último, existe um forte apoio às prioridades estabelecidas pela Comissão. A liberdade de circulação é invocada por 82 % dos inquiridos (+1 ponto) e uma política comum de segurança e defesa por 75 % (sem alteração). Pela primeira vez, foi pedida a opinião dos cidadãos sobre a política comercial da UE, tendo uma maioria de 71 % manifestado o seu apoio.

 

Contexto

 

O «Eurobarómetro Standard da primavera de 2018» (EB 89) baseia-se em entrevistas individuais, realizadas entre os dias 17 e 28 de março de 2018. Foram entrevistadas 33 130 pessoas nos Estados-Membros da UE e nos países candidatos[1].

 

Para mais informações

 

Eurobarómetro Standard 89

[1] Os 28 Estados-Membros da União Europeia (UE), os cinco países candidatos (antiga República jugoslava da Macedónia, Turquia, Montenegro, Sérvia e Albânia) e a comunidade cipriota turca na parte do país que não está sob controlo do governo da República de Chipre.

Orçamento da UE: Tornar a União Europeia apta para o seu papel como interveniente forte ao nível mundial

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Para o próximo orçamento de longo prazo da UE para 2021-2027, a Comissão Europeia propõe um aumento do orçamento da ação externa para 123 mil milhões de EUR, a fim de simplificar sensivelmente a sua estrutura e torná-lo muito mais flexível e eficaz para fazer face aos desafios globais da atualidade.

 

O orçamento da ação externa será o principal instrumento da UE para apoiar os países parceiros nas suas transformações políticas e económicas rumo ao desenvolvimento sustentável, à estabilidade, à consolidação da democracia, ao desenvolvimento socioeconómico e à erradicação da pobreza. Permitirá também à UE continuar a prestar assistência humanitária em todo o mundo. No que respeita à vizinhança da UE, será também um instrumento para ajudar os países vizinhos na sua aproximação económica ao mercado único da UE.

 

A Alta Representante e Vice-Presidente, Federica Mogherini, declarou: «Propomos um orçamento para a ação externa da União Europeia de 123 mil milhões de EUR para os próximos sete anos: um aumento de 30 % que constitui um investimento sem precedentes no nosso papel na cena mundial. Mais recursos para mais ações como parceiro cooperante, fiável e previsível a nível mundial — exatamente o que os nossos cidadãos e os nossos parceiros esperam em tempos de turbulência. É o reconhecimento do valor acrescentado da UE em matéria de política externa. Juntos, podemos ter um impacto que nenhum Estado-Membro pode, por si só, ter no mundo de hoje.»

 

Johannes Hahn, Comissário responsável pela Política Europeia de Vizinhança e Negociações de Alargamento, salientou: «O orçamento reforçado e reformado permitir-nos-á continuar a colaborar com os países interessados em aderir à UE, bem como manter a nossa relação especial com os nossos vizinhos do Leste e do Sul. Tal estará subjacente ao nosso objetivo de realizar um espaço de estabilidade, segurança e prosperidade na proximidade das fronteiras da UE.»

 

Neven Mimica, Comissário responsável pela Cooperação Internacional e Desenvolvimento, acrescentou: «A UE é um importante promotor da Agenda 2030 das Nações Unidas e dos respetivos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. As nossas propostas estabelecem a base financeira para que a UE possa manter o seu papel como interveniente principal no domínio do desenvolvimento, ajudando os nossos parceiros a erradicar a pobreza e dar resposta aos desafios globais, assegurando ao mesmo tempo que não deixamos ninguém para trás.»

 

Christos Stylianides, Comissário responsável pela Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, declarou: «As situações de emergência humanitária no mundo estão a aumentar todos os anos, e são cada vez mais complexas, a UE está assim a reforçar o seu papel de liderança como prestadora importante de ajuda humanitária. Com um orçamento reforçado, continuaremos a mostrar solidariedade para com milhões de pessoas necessitadas.»

 

Principais elementos da nova proposta de orçamento para a ação externa:

 

  • Aumento do financiamento: O financiamento aumentará de 96,5 mil milhões de EUR      no período 2014-2020 para 123 mil milhões de EUR no período 2021-2027, ou      seja, 30 %.
  • Simplificação:      A Comissão propõe reduzir o número de instrumentos, bem como integrar o      Fundo Europeu de Desenvolvimento no orçamento da UE. Tal permitirá uma      maior coerência e uma ênfase mais clara em objetivos estratégicos e nos      compromissos relativos aos parceiros, em consonância com as prioridades e      os valores da UE.
  • Flexibilidade:      A nova estrutura orçamental irá permitir a utilização e reutilização de      fundos não utilizados numa base plurianual. Tal permitirá à UE responder melhor      à evolução das situações, em conformidade com as suas prioridades de      erradicação da pobreza, promoção do desenvolvimento sustentável,      prosperidade, paz e estabilidade.
  • Uma maior transparência e controlo democrático: por exemplo, através da incorporação do Fundo Europeu      de Desenvolvimento no orçamento da UE.

 

Os novos instrumentos propostos para a ação externa da UE:

 

  • Instrumento de Vizinhança, Desenvolvimento e Cooperação      Internacional com 89,2 mil milhões de EUR:      este novo instrumento simplificado será composto por três pilares: 1. O pilar geográfico, com      especial destaque para os países abrangidos pela política europeia de      vizinhança e a África Subsariana, será consideravelmente reforçado a fim      de enfrentar conjuntamente os desafios globais, tais como o      desenvolvimento humano, incluindo a igualdade de género, as alterações      climáticas, a proteção do ambiente, a migração e a segurança alimentar; 2.      O pilar temático,      que complementará o pilar geográfico através de apoio aos direitos humanos      e à democracia, à sociedade civil, à estabilidade e à paz, na medida em      que tenham de ser abordados a nível mundial, assim como outros desafios      globais que não seriam abrangidos pelo pilar geográfico; 3. O pilar de resposta rápida      que permitirá à UE responder rapidamente a crises, bem como apoiar a      prevenção de conflitos, o reforço da resiliência dos Estados, das      sociedades, das comunidades e dos cidadãos, a ligação entre ajuda      humanitária e o desenvolvimento, bem como ações empreendidas numa fase      precoce para a realização de outros objetivos de política externa.
  • O novo Instrumento      Europeu para a Segurança Nuclear: Com 300 milhões de EUR,      serão complementadas as atividades desenvolvidas ao abrigo do novo      instrumento simplificado com base no Tratado      Euratom.
  • O Instrumento      de Assistência de Pré-Adesão (IPA III): com 14,5 mil milhões de EUR,      irá apoiar numa maior medida os países candidatos e os países      potencialmente candidatos à adesão à UE nos seus esforços no sentido de      cumprirem os critérios de adesão através de um processo de reformas      profundas e abrangentes.
  • O instrumento      de ajuda humanitária: com 11 mil milhões de EUR, permitirá a      prestação de assistência da UE em função das necessidades, a fim de salvar      e preservar vidas, prevenir e atenuar o sofrimento humano e salvaguardar a      integridade e a dignidade das populações afetadas por catástrofes naturais      e crises de origem humana.
  • O orçamento da política      externa e de segurança comum, com 3 mil milhões de EUR.      Este financiamento será utilizado para dar resposta aos conflitos e crises      externos, desenvolver as capacidades dos países parceiros e proteger a UE      e os seus cidadãos.
  • A cooperação com os países e territórios ultramarinos,      incluindo a Gronelândia,      com 500 milhões      de EUR. Este financiamento irá apoiar e reforçar os laços      económicos, políticos e culturais entre a UE e os 13 países e territórios      ultramarinos associados aos Estados-Membros da UE.
  • A parcela restante de cerca de 4,5 mil milhões de EUR é      constituída pela margem orçamental (3,2 mil milhões de EUR) e por outras      rubricas orçamentais, como as subvenções de assistência macrofinanceira,      as medidas de avaliação e auditoria ou os trabalhos ligados às      organizações internacionais e às agências descentralizadas.
  • A proposta da Comissão inclui um quadro de investimento      para a ação externa      com um reforço máximo de 60      mil milhões de EUR. Com base na experiência bem-sucedida      do Plano de Investimento Externo da UE, contribuirá para mobilizar e      alavancar recursos financeiros suplementares para o desenvolvimento      sustentável do setor privado.
  • Além disso, fora do âmbito do orçamento da UE, a Alta      Representante, com o apoio da Comissão, propõe a criação da Facilidade Europeia de Apoio à      Paz, com 10,5 mil      milhões de EUR. A Facilidade Europeia de Apoio à Paz      financiará ações operacionais no âmbito da política externa e de segurança      comum que tenham implicações no domínio militar ou da defesa, e, por      conseguinte, não possam ser financiadas pelo orçamento da UE. Irá melhorar      a capacidade da União para preservar a paz, prevenir conflitos e reforçar      a segurança internacional, em conformidade com o Tratado da União Europeia      e os objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas.

 

Próximas etapas

 

Um rápido acordo, por parte do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia, sobre o orçamento de longo prazo global da UE e as suas propostas setoriais, a fim de garantir que os fundos da UE produzem resultados concretos o mais rapidamente possível.

 

Atrasos, semelhantes aos que se verificaram no início do atual período orçamental 2014-2020, poderão acarretar graves dificuldades para o cumprimento das obrigações e compromissos internacionais da UE para com os parceiros.

 

A obtenção de um acordo sobre o próximo orçamento de longo prazo em 2019 proporcionaria uma transição eficiente entre o atual orçamento de longo prazo (2014-2020) e o novo orçamento, assegurando a previsibilidade e a continuidade do financiamento em benefício de todos.

 

Para mais informações

 

NOTA INFORMATIVA

 

Textos jurídicos e fichas informativas sobre a vizinhança da UE e o mundo

 

Facilidade Europeia de Apoio à Paz

Informações adicionais sobre o Orçamento da UE para o futuro

Emprego sobe 0,4 % na área do euro e na UE e 1 % em Portugal

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No primeiro trimestre de 2018, em comparação com o trimestre anterior, o número de pessoas empregadas aumentou 0,4 % na área do euro e na UE e 1 % em Portugal, segundo as estimativas das contas nacionais publicadas pelo Eurostat, o Serviço de Estatística da União Europeia. No quarto trimestre de 2017, o emprego cresceu 0,3 % na área do euro, 0,2 % na UE e 0,7 % em Portugal. Em comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a taxa de emprego cresceu, no primeiro trimestre de 2018, 1,4 % na área do euro e na UE e 3,2 % em Portugal.

(Desenvolvimento em STAT-18-4147)

Work in Flanders 2018 - Lisbon

jobdaysRealiza-se no dia 19 de junho, na Ordem dos Engenheiros em Lisboa o “Work in Flanders 2018 - Lisbon” - um evento de recrutamento e informação dirigido a profissionais qualificados (experientes ou recém-graduados) de engenharias, tecnologias de informação, economia e gestão com especialização em TIque pretendam trabalhar na Flandres (Bélgica).

A iniciativa é organizada no âmbito das atividades da rede EURES, conjuntamente pelo IEFP / EURES Portugal e pelo VDAB / EURES Flandres, sendo acolhida nas instalações da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

Para além dos “workshops” de informação e aconselhamento sobre procura de emprego, condições de vida e trabalho na Flandres (Bélgica), e apoios à mobilidade, proporcionados pelas equipas EURES belga e portuguesa, o evento promove perto de 80 ofertas de emprego (até ao momento) de 11 empresas participantes (7 presencialmente, 4 “online”) registadas até esta data.

Mais informação na monofolha em anexo e em www.europeanjobdays.eu/workinflanders2018-lisbon

A participação é gratuita, mas a INSCRIÇÃO É OBRIGATÓRIA!

Muito agradecemos a Vossa melhor colaboração na sua divulgação, com a maior brevidade possível e pelos meios disponíveis, junto dos vossos ex-alunos, associados, parceiros, utentes e público em geral.

Para o efeito, enviamos em anexo ou links para aceso:

  • uma monofolha A4, dupla face, com informação de síntese sobre o evento e as áreas profissionais procuradas – bem como algumas dicas sobre como preparar participação;
  • conjunto de “banners” (podem fazer aqui o download) produzidos em diferentes formatos, que devem apontar para o URL: www.europeanjobdays.eu/workinflanders2018-lisbon 
  • cartaz (podem fazer aqui o download) que pode ser impresso em diferentes formatos (verticais e horizontais), incluindo as dimensões de A2, A3, A4 e A5.

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Sugerimos igualmente o seguinte texto de notícia que pode servir como base, ajustável conforme vossos critérios editoriais:

WORK IN FLANDERS! Empresas Belgas (Flandres) recrutam em Lisboa

No próximo dia 19 de junho, decorre em Lisboa, na Ordem dos Engenheiros, mais um evento EURES de recrutamento na área das Engenharias e Tecnologias de Informação, para a região da Flandres (Bélgica).

Os empregadores desta região da Bélgica procuram profissionais experientes ou recém-graduados nas seguintes áreas:

  • Engenharias: civil, geotécnica, estruturas, ambiente, naval, industrial, mecânica, eletrónica, eletrotécnica, mecatrónica e informática
  • Tecnologias de Informação: desenvolvimento web, de software, operação e administração de sistemas, …
  • Economia e Gestão, com especialização em TI

Se está a pensar desenvolver a sua carreira noutro país e quer conhecer um pouco melhor as oportunidades que a Bélgica (Flandres) tem para lhe oferecer, participe no "Work in Flanders", organizado no âmbito da rede EURES, já no próximo dia 19 de junho, no qual vai encontrar:

Aconselha-se que os interessados em realizar entrevistas de emprego se candidatem, com a brevidade possível, antes do evento, às ofertas ajustadas ao seu perfil

  • Informação sobre apoios à mobilidade na UE, procura e candidatura a emprego, condições de vida e trabalho na Bélgica

Entre as 10h00 e as 18h00, no Ordem dos Engenheiros ou num computador perto de si.

Entrada grátis, com inscrição prévia obrigatória.

Saiba mais informações sobre o “Work in Flanders” e participe.

 

800

Discurso sobre

o Estado da União Europeia

do Presidente Juncker


  HORÁRIO

Segunda a Sexta
9h00 - 12h30

13h30 - 18h00 


CONTACTOS

Av. Dr. Nicolau Carneiro, 196

4590-512 Paços de Ferreira

T. +351 255 147 314

     +351 916 096 155 

Email: europedirect@profisousa.pt


Se já contactou um Centro Europe Direct, p.f. avalie aqui  a sua atuação. 

 

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